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Sobrou para o ‘Roxinho’: Troca de farpas entre Ghelen e Edvaldo

Por Redação Juruá em Tempo.7 de fevereiro de 20192 Minutos de Leitura
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A demissão de doze servidores da Rádio Difusora Acreana pautou parte dos debates na Aleac. Os discursos mais acirrados ficaram por parte do líder do governo, Gehlen Diniz (PP) e Edvaldo Magalhães (PCdoB).

O parlamentar Progressista, com uma inocência peculiar a uma criança recém-nascida, tentou a todo custo justificar as demissões dos comunicadores imputando ao governo passado a responsabilidade de não ter criado um plano de carreira e salários para os servidores.

“Esse é um problema que se arrasta a 20 anos, o PT passou 20 anos e não resolveu essa situação quando não criou um plano de carreira e salários, a culpa não é do nosso governo”, tentou justificar Diniz.

No aparte concedido pelo Progressista, Edvaldo Magalhães (PCdoB), que atua como líder da oposição, rebateu Diniz afirmando que o problema não seria a falta de recursos para manter os servidores, pois “o salário de dois ‘Roxinhos’ pagariam os salários dos comunicadores”. Edvaldo fez referência ao Chefe do Departamento de Tecnologia da Funtac, recém nomeado, Júlio Cesar de Farias, mais conhecido como Roxinho, uma espécie de faz-tudo do Governador Gladson Cameli, quando era senador.

“A essência do nosso debate é buscar uma solução para essa situação dos servidores da Difusora, a comparação que fiz é para dizer que o problema não é financeiro, não é de recursos, mas um problema de decisão política e administrativa. Você não resolve os problemas desses servidores se não for por nomeações, se não tem os cargos mande um projeto aqui que nós aprovamos a criação dos cargos, mas não se pode prejudicar um órgão que é fundamental para a comunicação do Acre, que é fundamental para o encontro de nossas comunidades dos municípios, sobretudo os mais isolados, fundamental para as comunidades ribeirinhas porque alguém não tomou a decisão adequada, então acho de grande importância que se faça esse debate”, explicou Magalhães.

Em resposta ao comunista, o líder do governo na casa, Ghelen Diniz, disse que o não pagamento das pensões de ex-governador, “como a de Jorge Viana, também resolveria a questão”.

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