Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • Adolescente é encontrado sozinho em cemitério durante a madrugada no interior do Acre; assista
  • Condenado por estuprar criança de 10 anos é preso pela Polícia Civil no Acre
  • Banda acreana Dkukas disputa vaga para tocar no Lollapalooza 2026; saiba como votar
  • Família mantém buscas por idoso desaparecido mesmo após suspensão das ações do Corpo de Bombeiros
  • Rio Acre atinge cota de transbordo pela terceira vez em pouco mais de um mês em Rio Branco
  • Vasco repete erros e leva virada do Mirassol na estreia do Brasileirão
  • Bombeiros registram cinco ocorrências de naufrágio e afogamento no Vale do Juruá em janeiro
  • FIM DOS TEMPOS! Idosa cadeirante de 82 anos é morta pelo próprio filho no AM
  • MPAC desmente Mazinho, nega acordo com prefeitura e diz que faz parte da investigação
  • Polícia prende tesoureiro do CV e líder de esquema de extorsão em Rio Branco
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
sexta-feira, janeiro 30
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»Brasil

Ex-governador do Paraná, Beto Richa volta a ser preso

Por Redação Juruá em Tempo.19 de março de 20193 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

O ex-governador do Paraná Beto Richa (PSDB) voltou a ser preso, em Curitiba, na manhã desta terça-feira (19), desta vez em uma operação do Ministério Público do Paraná (MP-PR) que investiga desvio de recursos que deveriam ser usado na construção de escolas. Parte desse dinheiro, segundo as investigações, teria ido parar em campanhas eleitorais do tucano.

Esta é a terceira vez que o tucano é detido. Ele também já havia sido preso em uma outra investigação do MP paranaense e em um desdobramento da Operação Lava Jato, mas foi solto por ordem da Justiça. Agora, a prisão foi determinada pelo juiz Fernando Bardelli Silva Fischer, da 9ª Vara Criminal de Curitiba.

“O investigado Carlos Alberto Richa [Beto Richa], então Governador do Estado do Paraná à época dos fatos, é apontado pelo Ministério Público como o chefe da organização criminosa e principal beneficiado com o esquema de recebimento de propinas advindas das empresas privadas responsáveis pela execução das obras nas escolas públicas estaduais”, diz um trecho do despacho.

Na semana passada, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes concedeu um salvo-conduto para impedir a prisão do ex-governador, mas a medida se aplica apenas às investigações relacionadas à Lava Jato. Porém, no ano passo, Gilmar Mendes também concedeu um salvo-conduto para as investigações, à época, do MP-PR.

A nova detenção é preventiva, ou seja, por tempo indeterminado. A suspeita contra o tucano é de corrupção, entre outros crimes, e ele foi preso no apartamento onde mora.

“Ao investigado CARLOS ALBERTO RICHA é imputada a prática dos delitos de organização criminosa (pena máxima de 8 anos), corrupção passiva (pena máxima de 12 anos), fraude à licitação (pena máxima de 4 anos) e obstrução de investigação de organização criminosa (pena máxima de 8 anos)”, afirma o juiz na decisão que determinou a prisão.

Beto Richa foi preso em casa pelo Gaeco na manhã desta terça-feira (19) — Foto: Ana Zimmermann/RPC

Beto Richa foi preso em casa pelo Gaeco na manhã desta terça-feira (19) — Foto: Ana Zimmermann/RPC

A ação é um desdobramento da Operação Quadro Negro, que investiga desvios nos recursos destinados à construção de escolas. O empresário Jorge Atherino, apontado pelo MP-PR como operador financeiro de Beto Richa, e Ezequias Moreira, ex-secretário especial de Cerimonial e Relações Exteriores do Paraná, também foram presos.

Ezequias foi citado na colaboração premiada do empresário Eduardo Lopes de Souza. A delação afirma que o ex-secretário participou da arrecadação de dinheiro desviado da reforma e construção de escolas para a campanha de reeleição de Beto Richa para o governo do estado.

Ao tentar contato com a defesa do ex-governador, mas, até o momento, as ligações não foram atendidas. A reportagem também tenta contato com os advogados dos outros dois presos.

A investigação é tocada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco). Além das prisões, são cumpridos mandados de busca e apreensão em imóveis da família Richa em Caiobá, no litoral do Paraná, e em Porto Belo (SC).

Na quarta-feira (13) o Gaeco ofereceu denúncia contra o ex-governador, a mulher dele, Fernanda Richa, Jorge Atherino e Ezequias Moreira por corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa. Até o momento, não se sabe se a Justiça aceitou a denúncia.

Por Diego Ribeiro, Thais Kaniak e Pedro Brodbeck, RPC Curitiba e G1 PR
Por:
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.