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Sindicato dos Policiais Federais do Acre defende apuração rigorosa em caso de agente acusado de premeditar morte de bebê

Por Redação Juruá em Tempo.12 de março de 20194 Minutos de Leitura
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Dirigentes do Sindicato dos Policiais Federais do Acre (Sinpofac) defenderam a apuração rigorosa e isenta do caso em que o agente
Dheymersonn Cavalcante Gracino dos Santos é acusado de ter premeditado a morte da filha, Maria Cecília Pinheiro, de 3 meses de idade. O fato ganhou enorme repercussão na imprensa local.

De acordo com a denúncia, o agente da Polícia Federal e sua mãe, Maria Gorete Cavalcante, deram duas mamadeiras de leite industrial para a bebê, que só mamava leite materno. A criança morreu na última sexta-feira.

O presidente do sindicato, Renato Santos, disse que todos os fatos devem ser investigados e a Justiça, por sua vez, agir conforme a lei.

“A princípio os fatos serão apurados e se houver alguma questão envolvendo alguma situação funcional do servidor, o sindicato tiver alguma interferência em relação a isso, nós nos posicionaremos em relação a isso. Mas a questão tem que ser apurada, sendo policial federal ou não. Tem que ser apurado se houve culpa, se houve dolo, e se houver culpado que eles sejam punidos no rigor da lei. A posição do sindicato é de que os fatos sejam apurados na sua íntegra para que nada fique sem esclarecimento”, acrescentou Renato Santos.

Paulino Diógenes, vice-presidente do Sinpofac, considera o fato “gravíssimo” e diz que a entidade aguarda os esclarecimentos do Judiciário e acrescenta o sindicato “confia inteiramente no trabalho das autoridades.”

“Se houver culpa que ele responda pelas suas ações.
A gente não vai estar passando a mão nesse tipo de ação caso se comprove essa ação”, diz.

A morte da criança, segundo consta no atestado de óbito, foi ocasionada por broncoaspiração, que ocorre quando há aspiração de conteúdo gástrico, que além de causar diversas infecções pulmonares, obstrui as vias aéreas. O enterro da criança ocorreu neste domingo, 10.

Relação conturbada

Micilene Souza é a mãe de Cecília. Ela sempre teve uma relação conturbada com Dheymersonn Cavalcante, que ela teria conhecido durante uma ação da Polícia Federal em Marechal Thaumaturgo, município da região do Juruá no interior do Acre.

A relação entre ambos durou apenas um mês. Dheymersonn se negou, quando descobriu que Micilene estava grávida, a ajudá-la e a registrar a pequena Cecília. Ele chegou a sugerir que ela abortasse. A mãe afirmou que o agente teria matado a criança para não pagar a pensão.

Policial federal quebra o silêncio e fala sobre a morte da filha de dois meses

O policial federal, Dheymerson Cavalcante, quebrou o silêncio e falou a respeito do caso em que é suspeito de ter planejado a morte da própria filha, Maria Cecília, de dois meses. Ele disse que as afirmações a respeito do caso são “absurdas” e tanto quanto a mãe da criança, ele está em choque.

“Entendo que a mãe estava desesperada, eu estava desesperado, minha mãe estava desesperada e tentamos socorrer de todas as maneiras. Estou muito abalado, não estou bem”, disse o policial federal à jornalista Aline Nascimento do G1/AC.

Em outro trecho, Dheymerson Cavalcante revela está fazendo uso de tranquilizantes para suportar a dor da perda da filha. “Ainda estou sob efeito de medicamento, não estou muito bem, estou mal e ainda estou passando por isso. Foi uma história distorcida, são absurdos”, relata ele.

Maria Cecília veio a óbito após ingerir duas mamadeiras de leite artificial. A causa da morte, segundo o laudo, foi por broncoaspiração, ou seja, insuficiência respiratória e obstrução das vias aéreas.

O caso aconteceu na última sexta-feira (8) em Rio Branco. No entendimento de Micilene Souza, mãe de Maria Cecília, não resta dúvidas que o pai é o principal suspeito da morte da filha. A Polícia Civil segue apurando o caso.

Por Luciano Tavares – Notícia da Hora
Por:
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