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Bocalon quer vender PSL para Gladson Cameli. Que preço tem a honra?

Tião Bocalon, que tem como cargo ser ex-candidato derrotado em diversas eleições, quer dividir o Partido Social Liberal (PSL) e vendê-lo para o governo. Não se sabe ainda, a troco de quê ou de quanto. O professor Lauro Fontes, membro do partido, denuncia a fraude que Bocalon fez com áudios editados, tentando fazer parecer que o presidente da sigla, Pedro Valério, estivesse negociando cargos com o governador Gladson Cameli.

Ao se ouvir o áudio original completo de Valério, é possível perceber sua indignação ao saber pela imprensa que Bocalon, junto de Waltinho José da Silva, convocaram uma reunião para negociar a apoio ao governo estadual.

“Eu quero discutir eventual apoio ao governo, quando o Gladson manifestar interesse em ter nosso apoio. Não vou levar o PSL para uma rota suicida, para um governo que está se acabando, cheio de petistas, em um descrédito generalizado”, declara Valério no início da conversa.

Em entrevista a um site de Rio Branco, havia utilizado parte deste áudio para dizer que era o presidente do PSL que estava negociando a entrada do partido ao governo. O que fica claro, ao se ouvir toda a conversa, que não é verdade.

Lauro Fontes denuncia ainda que a prática de Bocalon, para desestabilizar grupos políticos, já foi feito anteriormente por onde passou. No histórico do ex-prefeito de Acrelândia estão conflitos grandiosos dentro do PSDB e MDB.

Com esta briga aberta, o partido perde forças para uma eventual candidatura do Coronel Ulysses para a prefeitura de Rio Branco. Já o grupo que apoia Bocalon, garante ter maioria para conseguir a aprovação para que o PSL faça parte da base de apoio do governo. Dos 10 membros da executiva regional, eles teriam assinatura de apoio de 8 deles.

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