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Com mil produtores monitorados, Idaf bloqueia doença do cacau

Por Redação Juruá em Tempo.22 de abril de 20193 Minutos de Leitura
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O Instituto de Defesa Agroflorestal do Acre (Idaf) iniciou no mês março o monitoramento da monilíase nos plantios de cacau e cupuaçu no Estado. A Monilíase é uma doença devastadora para o cacaueiro, cujo agente causal é o fungo, e está presente no Peru e na Bolívia, daí a ação do Idaf. “A importância dessa atividade deve-se ao fato de o Estado do Acre ser considerado de alto risco para a introdução dessa praga através das suas fronteiras, porque o Peru e a Bolívia já convivem com essa doença em seus plantios e no Brasil essa praga ainda é ausente”, disse Jessé Monteiro, diretor Técnico do Idaf.

As atividades começaram pelos municípios do Juruá e se estenderam ao longo da BR 364 até Sena Madureira, onde o transito de pessoas é mais intenso. A partir de segunda feira as equipes estarão nos municípios do Baixo e Alto Acre que fazem fronteira com a Bolívia e o Peru.

Para o Brasil essa praga é de extrema importância econômica devido a cultura do cacau, pois o seu fruto é a matéria prima para a indústria do chocolate e para o estado do Acre, a cultura do cupuaçu, devido sua importância econômica dentro da agricultura familiar, através da comercialização sua polpa, doces, bombons, recheios e etc.

Essa praga é importante porque ataca exatamente a parte comercial da planta, que é o seu fruto, inviabilizando totalmente a matéria prima. E devido o cacau ser da mesma família do cupuaçu, a Theobroma. O Idaf vem realizando o cadastramento e o monitoramento dessas propriedades e faz educação sanitária junto às associações de produtores rurais, além de orientar quanto aos sintomas da doença e como proceder caso ela apareça.

Atualmente o Idaf já possui um banco de dados com mais de 1.000 propriedades cadastradas, inclusive as propriedades urbanas, que se localizam perto de rodoviárias, aeroportos e rodovias.

Quanto aos produtores localizados em comunidades remotas, como os ribeirinhos de moram em seringais distantes das cidades, as equipes usam a estratégia de visita direta aos batelões que estão ancorados nos portos para transmitir informações sobre a praga, com distribuição de material educativo, panfletos e cartazes.

“E importante frisar que esses monitoramentos acontecem principalmente na época da frutificação do cacau e cupuaçu. Nesse momento estamos em final de safra do cupuaçu”, completou Monteiro.

Caso sejam observados sintomas:

Os principais sintomas que o produtor pode detectar a olho nu no seu plantio são: frutos deformados e mumificados (muitos duros de quebrar), pesados e cobertos com um pó branco em grande quantidade. Os técnicos recomendam que o produtor retire esse fruto e deixe ele acondicionado no caule da planta, próximo a raiz e verifique diariamente se a quantidade do pó branco aumentou. Esse produtor deve procurar o escritório do idaf no município e pedir a visita dos técnicos da defesa vegetal o mais urgente possível na sua propriedade.

Por Edmilson Ferreira

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