O ex-deputado Élson Santiago, nomeado para ser assessor especial do governo e demitido 48 horas após o ato de nomeação não vai ficar de fora da gestão.
Segundo informações divulgadas por um colunista da capital, antes de ser demitido, Elson foi chamado para uma conversa com o governador Gladson Cameli, que explicou o erro na nomeação. Segundo Gladson o motivo seria porque está mandando para a Assembléia Legislativa um projeto que transforma estas assessorias em diretorias, mas garantiu que uma dessas direções será ocupada por Elson.
O salário de um diretor é em torno de 16 mil reais bruto. Ou seja, não haverá perda salarial expressiva na nova função. Aplica-se ao caso o antigo, mas sempre atual, ditado que diz: ‘quem tem padrinho forte não morre pagão’. Nesta curta história, ao final, entre mortos e feridos escaparam todos. E ninguém ficará desamparado.

