A crise de gestão do governo Gladson Cameli tem se agravado. Nesta terça-feira, 2, os servidores da Secretaria de Saúde do Acre (Sesacre) entraram em greve geral. Como prevê a legislação, apenas 30% dos profissionais se manterão em atividade
Segundo o Sindicato dos Trabalhadores em Saúde do Acre (Sintesac), das 8h às 12h, apenas os atendimentos de urgência e emergência estarão funcionando, ou seja, quem chegar a uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) sem os sintomas característicos para o serviço, será mandado de volta para casa.
A greve protesta contra o não cumprimento das promessas de campanha, feitas pelo governador Gladson Cameli, sobre a regularização dos servidores do Serviço Social de Saúde (Pró-Saúde). A situação não foi regulamentada e os profissionais correm o risco de ser demitidos a qualquer.
Os trabalhadores também exigem a reformulação do Plano de Cargos e Carreiras e Remunerações (PCCR), e reclamam da terceirização de alguns serviços de saúde, propostos pelo secretário Alysson Bestene, para tentar dar melhor fluxo nos atendimentos das unidades de saúde.

