Rio Branco, Acre, 20 de outubro de 2020

O Parlamento – Os cargos ainda dominam o debate. Como vai andar o governo?

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Os debates da quarta-feira, 22, na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) continuaram em torno da criação de cargos comissionados pela reforma administrativa do governo estadual. Após aprovada, a reforma colocou 1350 funções de confiança a disposição do governador Gladson Cameli.

Divididos entre a base?

“O que eu ouço hoje é o choro do surubim. Tenho certeza que o governo vai sugerir nomes qualificados. Claro que isso tem custo. Quem é da base claro que vai indicar cargos. O que temos é que torcer para o governo dar certo”, assim falou Luiz Tchê (PDT), líder do governo na Casa. Ficou bem claro ali, a base também vai indicar alguns cargos.

Eu não!

Depois da fala de Tchê, em que a base irá dividir cargos, Neném Almeida (SD, ainda) e José Bestene (Progressistas) afirmaram que pode ter havido um equívoco na tal afirmação. “Quando algum deputado chega aí é diz que os cargos serão divididos entre os deputado, não é verdade”, disse Bestene. “Até onde eu sei, nenhum deputado aqui tem cargo para indicar. Acho que foi um mal entendido do nosso líder falar isso”, afirmou Neném.

E o cartel?

Não foi só Tchê que falou algo, no mínimo, estranho. Essa semana, o governador Gladson Cameli afirmou que pode haver um cartel na Saúde que atrapalha os trabalhos. Como assim pode haver, governador? Edvaldo Magalhães (PCdoB) fez requerimento pedindo explicações sobre isso, pois é uma acusação grave e que precisa ser apurada e apresentada ao público.

Gladson é 100%

“Quem integra esse suposto cartel? Quais o modus operandi do suposto cartel que impede o funcionamento de diversas áreas da saúde? Estou dando 100% de crédito às palavras do governador Gladson Cameli”, e assim disse Edvaldo, confiando totalmente na palavra do Chefe do Estado em qual pode haver um cartel agindo.

CPI da Energisa

A CPI da Energisa está andando. Durante reunião da comissão, presidida por Daniel Zen (PT), foram aprovados os requerimentos propostos por Jenilson Leite (PCdoB). A Energisa terá que apresentar o faturamento, desde que assumiu o controle da Eletroacre; como é feito a cobrança do ICMS hoje e quanto representa na conta; a ferramenta que utiliza para cobrar a conta de energia e o contrato do Luz para Todos, quantos milhões serão aplicados e quais os prazos para realizar o trabalho.

E por fim, mais cargos

O ironia, com as novas vagas de trabalho no estado, ficou com Roberto Duarte (MDB) e Fagner Calegário (Sem partido). “Deixem seus currículos no governo. Quando se cria cargo público em comissão, é porque se tem dinheiro”, afirmou Duarte. Em seguida veio Calegário: “Tem mais vaga na Casa Civil do que no Sine”.

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