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“Essas pessoas são movidas por interesses políticos”, afirma coordenadora de Educação sobre os gestores do Juruá

Por Redação Juruá em Tempo. 16/05/2019 09:21 Atualizado em 16/05/2019 10:01
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A crise na Educação, no governo Gladson Cameli, se agrava a cada dia. Insatisfeitos com inúmeros desajustes e promessas não cumpridas somadas aos salários atrasados, os gestores decidiram paralisar as atividades escolares.

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Para a coordenadora Regional de Educação, Ruth Bernardino, “essas pessoas são movidas por interesses políticos” e estão “tentando prejudicar o governo”. A afirmação foi proferida pela gestora durante entrevista concedida ao jornalista Alexandre Gomes, na manhã desta quinta-feira.

Em nota, o Conselho de Gestores das Escolas Públicas Estaduais de Cruzeiro do Sul afirma que a greve se dá por inúmeros motivos, como a lotação e substituição irregular das merendeiras; atraso no pagamento das serventes terceirizadas; falta de repasse de material de limpeza e a falta de diálogo honesto, entre outros fatores.

Ainda segundo a coordenadora de Educação, a culpa do pagamento dos serventes está atrasado é da Cooperativa de Serviços Gerais do Estado do Acre (Coopserg). “A Secretaria de Educação tem o dinheiro para pagar os servidores, mas há um bloqueio devido à falta de repasse de informação da Coopserg”, endossou.

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Ainda segundo Ruth, “as pessoas precisam entender que houve uma mudança de governo e, automaticamente, mudam as empresas e elas contratam quem elas querem”, disse.

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