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Veja o vídeo: Comunidade do Tapiri não tem água potável, agente de saúde e está tomada por mato

Por Redação Juruá em Tempo.2 de maio de 20192 Minutos de Leitura
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Representantes da comunidade ribeirinha que vivem às margens do Lago Tapiri procuraram o Juruá em Tempo para denunciar a situação de abandono que estão vivendo.

Segundo o agricultor Jardson Silva da Costa, de 28 anos, a população sofre com a falta de água potável. Outra reclamação é com relação ao mato que tomou conta da entrada da comunidade, o que dificulta saber quando se chegou em terra firme, já que o único acesso é pelo rio.

“Ä água que temos é a do lago. Água limpa só quando chove, que é quando podemos pegar água limpinha”, disse.

A comunidade também está abandonada com relação a falta de agentes de saúde. Exemplo disto é que semana passada uma pessoa adoeceu e teve que se deslocar até a comunidade do Miritizal para fazer um exame. Depois, o homem precisou pagar mais R$ 20 para receber o remédio no Tapiri.

“Dizem que tem um agente de saúde, mas ninguém ver”, desabafou.

A principal reclamação da comunidade é sobre a única escola que funciona no local. A instituição não oferece merenda, nem transporte e está com a estrutura completamente comprometida.

Por esse motivo, a maioria dos pais está mandando seus filhos para a escola da comunidade Olivença. O que obriga os estudantes a acordarem cedo para sair de casa e fazer trajeto de canoa até a comunidade vizinha.

“A escola de lá tem uma estrutura melhor, mas nossos filhos saem 5h pra não perder o catraieiro. É um sofrimento medonho por que eles têm que levar duas roupas, uma pra trocar antes de chegar na escola pra não receber reclamação da diretora de que nossos filhos estão andando sujos”, relata.

Costa afirma que já procurou órgãos públicos tanto do Acre como do Amazonas, mas ninguém soube informar de quem é a responsabilidade de atender a comunidade ribeirinha.

“Queremos apenas uma ajuda, não estamos criticando ninguém de lado A ou B. Faz muito tempo que essa situação vem se arrastando na nossa comunidade. Não tem ajuda e nem resposta de ninguém. O único acesso é pelo igarapé no verão e no inverno. No verão, temos que fazer uma barragem pra ver se enche e conseguimos chegar pelo rio”, conclui o agricultor.

Veja o vídeo:

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