Em nota, a gerência geral e a direção técnica do Hospital da Mulher e da Criança do Juruá esclareceram que das cinco pacientes “com criança morta dentro da barriga”, em quatro casos, trata-se de aborto espontâneo de primeiro trimestre.
Ainda segundo a direção do hospital, a situação é comum e requer o uso de indução medicamentosa para expulsão do concepto. Caso a indução não dê certo, aí sim seria indicada a curetagem.
A nota endossa ainda que em “um caso, houve o que é conhecido como natimortalidade, ou seja, óbito fetal após as 20 semanas de amenorreia”. Após exames, a equipe constatou que ausência de batimentos cardíacos fetais, o que foi confirmado em atendimento médico e, como preconizado, posteriormente, em um exame ultrassonográfico.
Nesse caso, segundo a direção do Hospital, a resolução também é iniciada com indução de parto por via vaginal e, apenas em caso de falha, há a indicação de cesárea para retirada do feto morto.
A direção do Hospital da Mulher e da Criança do Juruá (HMCJ) disse não haver omissão dos profissionais, que pudesse contribuir para os desfechos das gestações em questão. Segundo a instituição, as pacientes estão sendo devidamente tratadas, de acordo com os protocolos clínicos e sem qualquer deficiência em relação a medicamentos e exames.
Leia a nota na íntegra:
