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Gladson Cameli diz que governo repassa mais de R$ 100 mil por dia à Fundhacre

Por Redação Juruá em Tempo.8 de agosto de 2019Updated:9 de agosto de 20194 Minutos de Leitura
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Mesmo recebendo mais de R$ 3,2 milhões por mês, hospital não tem o próprio corpo técnico e isso não é correto, afirma o governador

 

A Fundação Hospitalar do Acre (Fundhacre), mantedora de um hospital em Rio Branco especializado em cirurgias e atendimento ambulatorial, recebe a média de R$ 100 mil por dia, algo em torno de R$ 3,2 mil por mês, e sequer paga o seu corpo técnico de médicos, que são pagos pela Secretaria de Estado de Saúde do Acre. A revelação foi feita pelo governador Gladson Cameli em entrevista ao programa “Café com Notícias”, apresentado pelo jornalista Washington Aqui, na TV 5 (afiliada da TV Bandeirantes), em Rio Branco, na manhã desta quinta-feira (8). “O que estão fazendo com o dinheiro?”, indagou Gladson ao se referir à presidência da Fundhacre.

” Eu já disse ao senhor Lúcio Brasil que ele vai ter que dar o seu jeito, porque o dinheiro nós repassamos”, disse o governador referindo-se ao presidente da Fundhacre, ao admitir que apoia a decisão da secretária de Saúde, Monica Feres, de retirar os médicos da Fundação para levá-los para atender no Pronto Socorro inaugurado no último dia 6.

“Neste caso, está tudo errado porque não pode acontecer essa disputa”, disse Gladson Cameli sobre o bate-boca entre Lúcio Brasil e Mônica Feres após a decisão da médica de que os médicos que serviam à Fundação teriam que retornar ao Pronto Socorro. “Posso afirmar que a Fundahcre recebe mensal mais de R$ 3,2 mil, pegando todo o corpo técnico da Sesacre, que é quem paga a conta. “Por que então a Fundação não fez um concurso emergencial para suprir essa necessidade?”, indagou o governador. “Na saúde, tem que parar essa disputa interna porque o povo não aguenta mais esperar. Se não há dinheiro para contratar profissionais, então há uma coisa errada. E aí essa responsabilidade é minha, porque eu sou o gestor”, acrescentou Gladson.

O que está acontecendo, disse o governador, é que o povo não pode mais pagar este preço. “Nós entregamos aí uma obra linda, pronta, funcionando e aí fica nesse impasse. Você acha que ainda tem que fazer planejamento? Planejamento para quê? Só se for para alguns passarem óleo de peroba na cara”, disse o governador, ao se referir à inauguração do Pronto Socorro de Rio Branco e provavelmente ao presidente da Fundhacre, Lúcio Brasil.

De acordo com o governador, o que ficou decidido é que a Fundação Hospitalar terá seus próprios profissionais e pagá-los com os seus recursos que são repassados. O que aconteceu foi que, para atender os pacientes com qualidade e diminuir a carga de trabalho dos profissionais do Pronto Socorro e de outras áreas, a Sesacre solicitou da Fundação o retorno de seus funcionários. “E aí foi quando começou essa disputa e essas críticas de que seria necessário o planejamento. Esse planejamento deveria ter sido feito quando aceitaram o convite para assumir a pasta e não ficar com essa briga, que eu não irei permitir”, disse Gladson Cameli.

Sobre as críticas feitas ao setor de saúde, o governador disse, sem citar nomes, que estão tentando politizar a questão, “em cima da infelicidade dos que precisam do atendimento na área de saúde”. O governador também disse ter sentido o drama de quem precisa na própria pele e acha que está faltando nascer mais seres humanos com vontade de fazer e ajudar ao próximo. “O que tem e gente puxando para dar errado e para que as coisas não aconteçam é impressionante”, afirmou.

Gladson Cameli também disse que não vai atender o jogo duplo de quem quer prejudicar o atendimento à saúde. O que a secretária Mônica Feres vem fazendo, de acordo com o governador, é o correto. “Você acha justo eu repassar à Fundhacre mais de R$ 3 milhões por mês e essa instituição não tenha seu corpo técnico?”, indagou. “Isso não é justo”, disse.

Mesmo assim, o governador disse que não demitiria a diretoria da Fhundacre. “Não se troca chefe de pasta como se troca de roupa”, disse o governador, ao anunciar que espera apaziguar o problema na área de Saúde e que a situação deverá ser pacificada com a contratação de pelo menos novos 300nprofissionais no concurso simplificado que será realizado no próximo domingo (12).

 

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