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Márcio Bittar diz que manifestações de Macron sobre a Amazônia ferem soberania

Por Redação Juruá em Tempo.30 de agosto de 20194 Minutos de Leitura
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Senador diz que, em outros governos, houve queimadas na região e que sempre sobre um silêncio hipócrita sobre o assunto  

As manifestações do presidente da França, Emmanuel Macron, relativas às queimadas na Amazônia brasileira, que provocou uma reunião do G-7 (que reúne os países mais ricos do mundo) para discutir o tema sem a presença de autoridades brasileiras, foram duramente criticadas pelo senador Márcio Bittar (MDB-AC). Em pronunciamento no Senado, Bittar disse que o comportamento de Macron a respeito da Amazônia só revela os argumentos que ele próprio tem reiterado: o de que a região já está sendo governada de fora para dentro, a partir de interesses de nações estrangeiras pouco preocupadas com o bem do Brasil e o bem estar dos brasileiros.

Márcio Bittar disse que, no Brasil, sempre foram registradas ocorrências de queimadas e que em outros governos, como o de Lula e, mesmo nos tempos em que a ambientalista Marina Silva era ministra do Meio Ambiente, numa houve tamanha gritaria pelo fogo e a fumaça na Amazônia brasileira. “A ministra Marina Silva ajudou a governar o Acre por 20 anos e foi no mesmo período que mais se queimou no Brasil. Naquela época, os mesmos atores que hoje pregam a catástrofe, não fizeram fazerem qualquer tipo de ação para que o governo brasileiro não passasse o constrangimento que passa hoje. Será que isso acontecia porque a época o presidente era outro? Era o Lula! A ministra era Marina Silva, que foi ministra do Meio Ambiente. Ela ajudou a governar o Acre por 20 anos e foram os anos em que foram batidos os recordes de queima e consequentemente de fumaça na Amazônia. E eu observei o silêncio hipócrita – se não de toda a esquerda, mas de muita gente que hoje está falando muito sobre isso”, disse Bittar.

De acordo com o senador, o problema das queimadas não é fácil de ser solucionado e atinge todo mundo. “É um problema que o homem tem que enfrentar, porque ele enfrenta aquilo que é capaz de resolver. Mas não é um problema fácil. Se fosse fácil, há dois anos atrás, não teriam morrido mais de 60 pessoas, queimadas, no fogo, que entre outras coisas, pegou desprevenidas uma série de europeus, particularmente portugueses, que morreram naquelas condições”, disse. “Se fosse fácil de resolver, a França não teria passado por este problema há poucos anos atrás. Aliás, a França não conseguiu evitar, dentro de umas das cidades mais famosas do planeta (Paris), o fogo na Igreja Notre Dame. Se fosse fácil, a Austrália não viveria com este problema. E se fosse fácil, os Estados Unidos, a maior potência econômica do planeta, não viveria com este mesmo problema”, acrescentou

Márcio Bittar lembrou que, lá mesmo nos EUA, num dos estados mais ricos daquele país, o da Califórnia, quase todos os anos há grandes incêndios. “O proprietário, o fazendeiro, principalmente o pecuarista, que muita gente adora crucificar sua área, por uma razão simples: se ele queimar, ele vai passar três ou quatro meses sem ter onde colocar o gado. Ele vai colocar onde? Na cabeça?”, indagou.

Para Márcio Bittar, com suas manifestações em relação á Amazônia brasileira, o presidente da França extrapolou o limite da diplomacia e da convivência em relação a um país do tamanho do Brasil. “Ele deixou claro os seus interesses, lá da França, que eu repito, não conseguiu evitar o fogo da Igreja Notre Dame, no centro de Paris, e mesmo assim se se acha no direito de provocar uma reunião do G-7 para discutir a Amazônia brasileira, sem a nossa presença. A atitude do presidente francês deixou evidente que o argumento que reiteramos, que querem e já estão comandando a Amazônia de fora para dentro”, apontou o senador,

 

 

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