Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • Influenciadora acreana supera linfoma de Hodgkin e relata luta contra o câncer: “Escolhi ser exemplo”
  • Acre aparece em 2º lugar no ranking nacional de violência política, aponta estudo
  • Polícia confirma que morte em piscina de academia foi por cloro adulterado
  • PRF cumpre mandado de prisão em Cruzeiro do Sul
  • Reality A Colônia terá moradora de Mâncio Lima como participante
  • Ministério da Pesca cancela mais de 76 mil licenças de pescadores
  • Cruzeiro do Sul divulga programação e novidades do Carnaval 2026
  • Acreano representa o Brasil nos Jogos de Inverno 2026
  • Cheias do Rio Acre já somam R$ 18 milhões em prejuízos na zona rural de Rio Branco
  • Crescimento extremo dos seios revela doença rara em mulher de 30 anos
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
segunda-feira, fevereiro 9
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»Destaque 2

Para a alegria dos pescadores, mandis voltam aos rios e lagos da região do Yaco e Purus

Por Redação Juruá em Tempo.5 de agosto de 2019Updated:6 de agosto de 20193 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

As imagens da fartura são uma boa notícia para o festival do peixe em Sena Madureira, já que em outras épocas o produto tinha que ser importado de avião de municípios vizinhos

Desaparecidos do rio Yaco, igarapés, lagos e igarapés que compõem os mananciais que circundam o município de Sena Madureira e a região do Purus, o mandi – peixe sem escamas, uma espécie de bagre que faz parte da dieta do homem amazônico, principalmente da população ribeirinha – voltou a aparecer em grandes quantidades, na primeira piracema do ano. Os mercados de Sena Madureira estão bem abastecidos com o produto, o que sinaliza que o festival deste ano, realizado sempre no mês de setembro, quando o município faz aniversário (no dia 25), em dias anteriores à maior festa da cidade, será bem diferente dos tempos de escassez em que, para garantir o Festival do Mandi, a Prefeitura Municipal tinha que mandar buscar o produto na vizinha Boca do Acre, no Amazonas.

Um empresário do setor confirmou ao Juruá Em Tempo que chegou a ganhar muito dinheiro do poder público transportando mandi de avião para atender as necessidades do Festival e dos mercados da cidade, principalmente na época do Festival. O peixe andava sumido provavelmente por causa da degradação ambiental ou da mudanças climáticas, que fazem com que nesta época do ano os rios da região, principalmente o Yaco, que banha o município e boa parte da região, baixem de nível demasiadamente e isso impede a locomoção para a reprodução.

O mandi habita remansos das margens dos rios, locais com areia e cascalho no fundo. É um peixe omnívoro, que alimenta-se de larvas bentônicas de insetos, algas, moluscos, peixes e fragmentos de vegetais. Seu período reprodutivo coincide com a época mais quente e menos chuvosa do ano. Depois que os filhotes nascem, não cuida mais da prole. Prefere desovar em pequenos afluentes. Daí a importância de se manter seu habitat intacto. É um peixe de couro. Suas nadadeiras possuem manchas negras e pequenas, com esporões farpados (com muco tóxico) nas nadadeiras peitorais e dorsal. Tem o corpo alongado a ligeiramente comprimido, alto, no início da nadadeira dorsal, afunilando em direção à cabeça e à nadadeira caudal. Sua cabeça é cônica com os olhos situados lateralmente. Os barbilhões maxilares ultrapassam a metade do corpo. Possui coloração parda, na região dorsal, passando para amarelada nos flancos e branca no ventre com uma linha escura no dorso. Apresenta 3 a 5 séries de grandes manchas escuras ao longo do corpo. É uma espécie de porte médio, chegando a alcançar 40 cm de comprimento e peso de até 3 Kg, em casos raros. A piracema é o período de reprodução onde os peixes de deslocam até as nascentes dos rios ou regiões rasas onde possam ter ervas para desovar. É um período de muita fartura conta o pescador. Pode ser consumido frito, assado na brasa ou em forma de caldeirada.

No mês passado, o peixe já havia aparecido em grandes quantidades na região do Juruá. Os pescadores ficaram eufóricos com a primeira piracema de mandi de maior potencial que passou pelo rio Juruá e garantiu a pesca de muitas toneladas da espécie.

Agora, foi a vez do peixe dar o ar de sua graça na região do Yaco e Purus. Os peixes estão subindo os ricos em busca de local apropriado para sua desova e reprodução. A pesca de mandi é permitida – desde que não seja predatória e nem coloque em risco a reprodução da espécie.

Por:
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.