Em protesto aos magistrados, em especial contra a juíza Evelyn Bueno, os advogados dativos de Cruzeiro do Sul decidiram paralisar as atividades jurídicas. Com a greve, estima-se que 80 audiências por semanas sejam canceladas.
“A greve se dá em decorrência da perseguição, que nós acreditamos está havendo por parte de alguns magistrados, mais precisamente pela magistrada que nós desagravamos, que julgou inconstitucional a lei que dava isenção de custos aos advogados. Nós impetramos um mandato de segurança na Turma Recursal, que suspendeu essa decisão. Nós buscamos a revisão de todas as decisões que a magistrada toma como um meio de retaliação”, afirmou o advogado Mateus Lima, presidente da Comissão de Jovens Advogados de Cruzeiro do Sul.
De acordo com os advogados, a Ordem dos Advogados do Brasil (AC) solicita que o Estado sente com eles para negociar um ajuste na tabela.

