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Justiça decreta falência da pirâmide financeira chamada Telefree; empresa deve mais de R$ 2 bilhões a um milhão de investidores

Por Redação Juruá em Tempo.11 de setembro de 20193 Minutos de Leitura
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Se algum investidor da Telefree ainda esperava receber o dinheiro investido na pirâmide financeira, é bom acordar para a triste realidade.

O ressarcimento do dinheiro está cada dia mais distante.

No Acre, as atividade da empresa foram suspensas pela Justiça há seis anos.

Houve protesto dos investidores, que se sentiram prejudicados, mas não ocorreu reformulação da sentença.

Com a decisão da Justiça de Vitória (ES), na terça-feira, decretando a falência da Ympactus Comercial Ltda. ME, empresa por trás da Telefree, o prejuízo está sacramentado.

A Telefree atuava em um esquema de pirâmide financeira. A empresa deve cerca de R$ 2 bilhões a mais de um milhão de credores.

A decisão, da lavra da juíza Trícia Navarro, da 1ª Vara Cível de Vitória, deu-se após um outro desfecho: depois de ser acionada na Justiça a pagar um valor devido de R$ 50 mil a um cliente, a empresa disse ser incapaz de saldar a dívida e não se opôs ao pedido.

Na decisão foi nomeada uma empresa de São Paulo para atuar no caso como administrador judicial. Ela ficará responsável pela arrecadação de bens e documentos da empresa.

Os sócios administradores da Telexfree deverão apresentar a relação nominal dos credores, reportou o site.

A juíza também determinou a suspensão de todas as ações ou execuções que estavam em andamento contra a Telexfree, mas com algumas ressalvas previstas em lei.

Determinou, ainda, a lacração da empresa, mesmo que ela já tenha encerrado as atividades.

Outro ponto deliberado pela juíza, foi que em caso de qualquer indício de crime praticado pelos sócios eles poderão ser presos imediatamente.

A decisão foi comunicada ao Banco Central, Bolsa de Valores, Banco do Brasil, Caixa Econômica, cartórios e Secretaria da Fazenda de Vitória.

Para entender o caso

A Telexfree foi acusada de praticar um esquema de pirâmide financeira através da venda de pacotes de telefonia móvel, o que resultou em uma das maiores fraudes do Brasil.

Vale lembrar que a empresa sequer tinha autorização da Anatael para atuar no setor, mas ainda assim os números mostram que muita gente acreditou no negócio.

Para divulgar o produto, a empresa adotou um sistema de venda direta remunerada. Para se tornar um ‘divulgador’, o interessado tinha que pagar uma taxa de adesão de US$ 50 na época (2012/2013).

Outros pacotes maiores eram vendidos com descontos com valores na época de US$ 289 (cerca de R$ 1.200) e US$ 1.375, aproximadamente nos dias de hoje R$ 5.600.

Para obter lucro, o divulgador tinha que revender seus pacotes para outros usuários interessados e estimulá-los a fazer o mesmo, ou seja, se tornarem revendedores.

Somente no Brasil, a empresa responde a 11 mil aços civis movida por particulares, três ações de ordem tributária, 15 ações penais e uma ação civil pública, segundo dados de maio deste ano.

Telexfree responde a mais de 11 mil ações civis movidas por particulares, 3 ações de natureza tributária, 15 ações penais e uma ação civil pública. Os dados são de maio deste ano.

Por Leonildo Rosas.

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