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Bolsonaro confirma plano para tirar estabilidade de novo servidor

Por Redação Juruá em Tempo.26 de outubro de 20192 Minutos de Leitura
(Pequim - China, 26/10/2019) Presidente da República, Jair Bolsonaro, fala com a imprensa brasileira, após o café da manhã.rFoto: Isac Nóbrega/PR
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O presidente Jair Bolsonaro (PSL) confirmou, ao chegar a Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, que a reforma administrativa é a nova prioridade do governo após a aprovação da nova Previdência. Ele confirmou também que o governo pretende tirar a estabilidade dos novos servidores a partir da aprovação da proposta.

“Não vamos buscar quebrar estabilidade de servidor [que já entrou]. A ideia é, depois da promulgação dessa PEC, caso ela venha a ser promulgada um dia, mudar essa forma de relacionamento”, afirmou durante a visita ao Monumento aos Mártires. Foi o primeiro compromisso oficial do presidente brasileiro no país árabe.

“A gente vê prefeituras, estados — a União nem tanto ultimamente — que exageram nas contratações. Não pode um prefeito ou um governador pegar um estado que foi inchado pela administração anterior”, justificou o presidente. E reafirmou: “Para os novos apenas. Não queremos causar um trauma junto aos servidores que, em grande parte, exercem um trabalho muito bom”.

Proposta avançada

Ainda na China, Jair Bolsonaro falou sobre o assunto. “A reforma administrativa está bastante avançada. Não haverá quebra de estabilidade para os atuais servidores. Quem entrar a partir da promulgação da PEC (Proposta de Emenda à Constituição), aí pode não haver estabilidade”, afirmou o presidente na sexta-feira (25/10/2019).

O chefe do Executivo brasileiro disse também que a equipe econômica busca acabar com a indexação dos salários, ao ser questionado se poderá haver mudanças nos valores dos salários e reajustes de servidores públicos para evitar possíveis disparidades.

“As pessoas falam tanto dos militares. Um aspirante começa ganhando em torno de R$ 6.500 brutos, e ao longo da carreira vai havendo progressão. O que a equipe está estudando é acabar com indexações nessa área”, declarou.

  • Por Metrópole.
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