Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • Quatro blocos animam segunda noite do Carnaval em Cruzeiro do Sul
  • Dólar mais fraco e safra recorde pressionam preços da soja no Brasil
  • Feijó tem carnaval animado, com tradicional Bloco do Sujo
  • Passo em falso no Carnaval: homem perde benefício após dançar de tornozeleira
  • Chuvas fortes e tempo instável marcam a segunda-feira (16) de Carnaval no Acre
  • Pressionado, Diniz assegura permanência no Vasco: ‘Nunca pedi demissão’
  • Proibição de redes sociais para menores na Austrália agora inspira UE e Brasil
  • Ancelotti aproveita Carnaval ao lado de Ronaldo Fenômeno na Sapucaí
  • O que esperar de André Mendonça na relatoria do caso Master
  • Governo da Venezuela desmonta programas sociais do chavismo
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
segunda-feira, fevereiro 16
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»Top Notícias

Empresa terá de pagar R$ 5 milhões ao povo Ashaninka por uso de conhecimento tradicional

Por Redação Juruá em Tempo.14 de outubro de 20192 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

A empresa Tawaya foi condenada pelo Conselho de Gestão do Patrimônio Genético (CGen) a pagar $ 5 milhões ao povo Ashaninka por uso indevido do conhecimento tradicional. O julgamento considera que a empresa utilizou de maneira imprópria os saberes tradicionais dos indígenas na fabricação do sabonete de murumuru e não repartiram os benefícios com as comunidades.

O processo histórico corre também na esfera judicial e teve início com o Procedimento Administrativo instaurado pelo Ministério Público Federal no Estado do Acre, em 2006, para apurar o uso indevido do conhecimento associado de recursos genéticos provenientes da comunidade indígena pela empresa que protocolizou, junto ao Instituto Nacional de Propriedade Intelectual, pedido nacional de patente relativo à formulação de sabonete de murumuru.

Os Ashaninka usam o murumuru como hidratante e remédio e a empresa, cujo fundador teve acesso aos conhecimentos do povo indígena, se beneficiou das informações para desenvolver o sabonete sem contrapartida justa e equitativa à comunidade.

A decisão do Conselho, no último dia 2 de outubro em Brasília, ocorreu em julgamento em terceira instância. Por 13 votos favoráveis e uma abstenção, foi mantida a multa de R$ 5 milhões à empresa Tawaya.

Segundo a liderança do povo Ashaninka, Francisco Piyãko, a condenação é justa. “É uma garantia de direito, é respeito, reconhecimento. Essa vitória abre uma outra fase, que é a da confiança na justiça, no Estado Brasileiro. As empresas e pesquisadores que são sérios vão poder se relacionar com os povos tradicionais. As que não trabalham com transparência e seriedade vão perder cada dia mais o seu espaço porque não vamos permitir que faltem com respeito aos nossos direitos”, frisou.

Por:
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.