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Justiça proíbe consumidores de entrarem em prédio da Energisa para protestar no Acre

Por Redação Juruá em Tempo.3 de outubro de 20192 Minutos de Leitura
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Após uma semana, consumidores voltam a protestar em frente ao prédio da distribuidora de energia Energisa, em Rio Branco, na manhã desta quinta-feira (3). Inconformados com o aumento nas contas de luz, eles reclamam de reajuste sem que tenham aumentado o consumo. A pedido da distribuidora, uma decisão da Justiça proibiu os manifestantes de entrarem no prédio.

No último dia 26, os moradores se reuniram com cartazes, gritos de indignação ‘a Energisa me roubou’, batuques em panelas e vuvuzelas, e chegaram a ocupar o saguão da empresa e depois foram recebidos em pequenos grupos pela direção da Energisa.

Mandado proíbe entrada dos protestantes no prédio — Foto: Lidson Almeida/Rede Amazônica

A Energisa informou que vai se manifestar em nota ainda nesta quinta-feira (3). A empresa entrou na Justiça, que concedeu um mandado que proíbe os manifestantes de praticarem qualquer ato de turbação ou esbulho, que seria entrar no prédio.

A vendedora de café Mauricélia Silva diz que foi protestar porque precisa saber o porquê de a conta dela ter chegado com um valor tão alto. Ela informou que já tirou vários objetos que consumem energia de casa e, mesmo assim, a conta só aumenta.

Moradores mostram o tamanho do aumento nas contas — Foto: Lidson Almeida/Rede Amazônica

“A luz do mês passado veio R$ 20, agora veio R$ 107 [no ponto de vendas]. Eu vendo café até 8h30 da manhã e é um fio só, não é residência. Na minha casa era R$ 200 e já está em R$ 780”, conta sobre o aumento que teve no ponto onde trabalha e na casa onde mora.

Além disso, ela informou que não têm condições de pagar porque o sustento da família ela tira da venda de café. “Não tenho outra renda, trabalho vendendo café, não tenho de onde tirar. Você paga R$ 200 e depois vem R$ 1 mil, não dá para a gente trabalhar desse jeito”, lamentou.

O aposentado Vanderlei de Matos diz que a conta praticamente dobrou — Foto: Lidson Almeida/Rede Amazônica

O aposentado Vanderlei de Matos diz que a conta praticamente dobrou. Com o salário mínimo que recebe, a situação está complicada. Ele afirma que não tem justificativa e o consumo é o mesmo.

“É um absurdo, uma energia de uma pessoa cadeirante que recebe um salário mínimo pagar uma luz dobrada. Não tenho condições de pagar essa luz. Como vou pagar?”, questionou.

Com informações do Portal G1.

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