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Paciente cirurgiada é obrigada a deitar no chão do PS e acompanhante desabafa: “Tratada igual cachorro”

Por Redação Juruá em Tempo.30 de outubro de 20192 Minutos de Leitura
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A paciente identificada pelo nome de Terezinha, de 45 anos, cardiopata e que realizou um procedimento pulmonar, mesmo no pós-operatório, teve que deitar em uma colchão improvisado no chão do Pronto Socorro de Rio Branco por falta de leitos.

Um vídeo foi enviado à reportagem da Folha do Acre pela sobinha da paciente que afirmou que demorou 3 dias para que a sua tia recém-cirurgiada conseguisse um leito. “Ela só conseguiu depois da intervenção de uma pessoa”, diz.

Uma outra acompanhante que aparece no vídeo afirmou que mesmo com outras macas na sala a paciente ficou no chão enquanto aguardava atendimento.

“Elas tem muitos problemas, não pode ficar aqui no chão como um cachorro. Tem outros lugares aqui, mas deixaram ela no chão”, diz.

O diretor do Pronto Socorro, Areski Penici, afirmou que dois fatores ainda geram este tipo de desconforto dentro do setor de observação, sendo a grande demanda de pacientes e a falta de atenção de alguns profissionais.

“A grande demanda, com um número ainda muito grande de pacientes sendo atendidos diariamente. Tem ainda presente a falta de atenção de alguns profissionais que deixam de cumprir o seu papel ético que é cuidar das pessoas”, diz.

Areski afirmou que a paciente conseguiu o leito e que a direção tem trabalhado para que problemas como este não ocorra mais.

“Posso afirmar que estamos trabalhando arduamente para oferecer um atendimento cada vez melhor para a população acreana, tanto que em menos de 3 meses revertemos um cenário onde pacientes eram atendidos em corredores para um onde os pacientes permanecem dentro da observação. Como a rotatividade de pacientes é alta e os leitos liberados e ocupados de maneira muito dinâmica, a paciente em questão está devidamente acomodada na maca 9 da observação”, diz.

  • Fonte: Folha do Acre.
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