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Presidente da Fecomércio e esposa caem em golpe e sofrem prejuízo de 37 mil reais

Por Redação Juruá em Tempo.2 de outubro de 20194 Minutos de Leitura
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Se você pensa que apenas os velhinhos nas portas de banco ou por meio de ligações telefônicas caem em golpes, está profundamente enganado.

Que o diga o presidente da Federação do Comércio do Acre (Fecomércio) e dono da revendedora da Fiat no Acre, Leandro Domingos, e sua esposa, Leane Gomes Teles, que foram lesados em cerca de 37 mil reais.

O caso foi parar na justiça e a Promotora do Ministério Público do Acre, Joana D’Arc Dias Martins, ofereceu denúncia contra Andrey Moura Franzão, acusado pelo golpe.

A história, que consta na denúncia, é de que Andrey ofereceu seus serviços de fabricação de móveis planejados, já que seria proprietário da empresa denominada MK Móveis Planejados. Leandro e a esposa se interessaram e contrataram para o suposto golpista a fabricação de um closet cujo valor pactuado seria a quantia de R$ 10.000,00 (dez mil reais). As vítimas teriam então adiantado o valor de R$ 6.000,00 (seis mil reais).

Além do closet, as vítimas realizaram outro contrato com o denunciado, cujo valor seria a importância de R$ 36.500,00 (trinta e seis mil e quinhentos reais), e o objeto seria a fabricação e instalação de 21 (vinte e uma) portas com almofadas detalhadas, com seus respectivos caixilhos, tendo sido pago como entrada, ainda no dia 23 de maio, a quantia de 21.922,40 (vinte e um mil reais e novecentos e vinte e dois reais e quarenta centavos), uma segunda parcela no dia 18 de junho, no valor de R$ 7.020,80 (sete mil, vinte reais e oitenta centavos) e uma terceira parcela no dia 1 de julho no valor de R$ 2.000,00 (dois mil reais). Todo esse adiantamento foi feio via transferência bancária para a conta do acusado como conta na acusação do MPAC.

O problema é que depois do prazo estipulado para a entrega, não apareceu nenhum móvel. Leandro e a esposa passam a ligar para o acusado cobrando a entrega do serviço, sendo certo que ele sempre alegava imprevistos, desencontros, ajustes necessários, ou seja, justificativas que o teriam impossibilitado de entregar o serviço no prazo avençado, chegando até a mandar fotos de um closet que supostamente seria o que estaria fabricando para as vítimas.

Cansado de desculpas, no dia 20 de julho, Leandro, na companhia de um amigo, foi até o endereço da empresa constante no contrato celebrado com o acusado, e ao chegarem no local, de fato constatam que se tratava de uma marcenaria, porém, o proprietário seria o pai do acusado, que afirmou que as fotos do closet que o acusado teria enviado às vítimas na verdade se tratava de móvel de outra pessoa, além de afirmar que seu filho seria um mentiroso e contumaz em enganar clientes, inclusive seu pai já teria alertado para a um arquiteto, que costumeiramente indicava seus serviços, que não o fizesse mais, visto que ele não cumpria o que prometia e estava causando prejuízo a algumas vítimas.

Leandro e esposa ainda chegaram a encontrar o acusado que prometeu devolver parte do dinheiro, mas acabou não cumprindo com o acordo.

Sem o dinheiro e sem os móveis, Leandro Domingos e a esposa acionaram a justiça.
Andrey Moura Franzão está sendo como incurso nas penas previstas nos artigos 171, caput, na forma do Art. 71, ambos do Código Penal.

A Promotora de Justiça encerra a acusação afirmando, “por fim, considerando disposto no art. 387, IV do Código Penal, requer o Ministério Público que ao se proferir sentença condenatória em desfavor do acusado, seja arbitrado valor mínimo para reparação dos danos sofridos pelos ofendidos, considerando os prejuízos que sofreram”, diz Joana D’Arc Dias Martins, representante do Ministério Público.

Fonte Ac24horas.

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