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Sem emprego formal, mulher enfrenta preconceito e decide roçar quintais

Por Redação Juruá em Tempo.12 de outubro de 2019Updated:12 de outubro de 20192 Minutos de Leitura
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Keila Cristina da Rocha é uma daquelas pessoas que não tem vergonha de trabalhar. Ela resolveu encarar um trabalho conhecido por ser ocupado majoritariamente por homens, o de roçador. Keila tem 38 anos e atua há sete anos no ramo de limpeza de quintais.

Ela conta que antes de enveredar por esse ramo trabalhava em madeireiras de Rondônia, transportando toras de madeira, um trabalho que também é em sua maioria ocupado por homens. Em 2007 saiu de Porto Velho para morar em Rio Branco e pouco tempo depois, sem um emprego fixo, resolveu roçar quintais.

Keila conta que no início chegou até a sofrer preconceito por ser mulher. “Já sofri (preconceito) algumas vezes, mas isso não me abate porque eu sou muito competente no que eu faço. Quando alguma pessoa pensa que eu não vou dar conta de roçar um quintal por ser mulher, é só eu terminar o serviço que me dão até parabéns. Faço meu serviço com muita responsabilidade”, disse.

E a trabalhadora não para por aí, ela diversificou os ramos de atuação para conseguir junto com o marido sustentar a casa. Além da limpeza dos quintais ela ainda limpa caixas d’água, e é churrasqueira. Ela tem um carrinho de churrasco no Conjunto Esperança. Normalmente ela tem se dedicado durante a semana à venda de churrasco e nos fins de semana ao serviço de limpeza de quintais, mas não é regra. Ela diz que precisando, é só chamar que ela atende em qualquer dia.

Em um país que enfrenta a taxa mais elevada de desemprego dos últimos anos, o trabalho informal tem sido a saída encontrada por muitas pessoas, que assim como Keila, não podem ficar paradas e precisam sustentar uma família.

THIAGO CABRAL, DO CONTILNET.

Por:
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