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Acre era rota do maior traficante de pessoas no mundo; grupo lucrou US$ 10 mi

Por Redação Juruá em Tempo.1 de novembro de 20193 Minutos de Leitura
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O Acre estava na rota do maior contrabandistas de pessoas no mundo, revelou, em São Paulo, a Polícia Federal ao prender, em parceria com a Agência Norte-Americana de Imigração, na última quinta-feira (31), o árabe Saifullah Manun, considerado o maior contrabandista de migrantes do planeta. Outras sete pessoas foram presas suspeitas de participar da organização criminosa que levou ilegalmente quase 200 pessoas da Ásia para os Estados Unidos passando pelo Brasil.

O caso foi mostrado no Jornal Nacional, da Rede Globo, no noticiário do último dia 31. De acordo com a Polícia Federal, os imigrantes partiam de países como Afeganistão, Bangladeche, Índia, Nepal e Paquistão. Chegavam ao Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, de onde seguiam para o Acre. A partir de Rio Branco, rumo ao Alto Acre, na fronteira com a Bolívia e o Peru, começavam uma longa e perigosa jornada feita de ônibus, barco e a pé pelo Peru Equador, Colômbia, Panamá, Costa Rica, Honduras, Nicarágua, El Salvador e Guatemala, na América Central .

O destino final dos coiotes e imigrantes era fronteira do México de lá o acesso aos Estados Unidos. Mortes e maus tratos aconteciam pelo caminho, segundo a investigação.

Autoridades norte americanas disseram que Saifullah Manun tem permanência de refugiado e mora há 6 anos no bairro do Brás, na região central de São Paulo. É dono de uma agência de turismo e de um mercado e tem diversas empresas que ele contratava em nome de terceiros, além várias contas em nome de terceiros também.

Na hora de sua prisão, cinco migrantes que estavam com ele foram resgatados nessa operação. Ao todo oito mandados de prisão e 18 de busca e apreensão foram cumpridos numa grande operação contra a imigração ilegal e lavagem de dinheiro que envolveu 20 países das Américas.

“No trajeto, eles passam pela selva de Darem chamada de Darem Gap”, disse Milton Fornazari Junior, delegado da Polícia Federal. “É o lugar mais perigosos da travessia, muitos imigrantes morrem. Essa organização criminosa é também objeto de atividade de envio de criança nessa rota.”

O esquema vinha sendo investigado desde maio em colaboração com a Agência Norte-Americana De Imigração e a Polícia Federal era multinacional, mas a liderança da organização criminosa era exercida por um estrangeiro que morava em São Paulo. Só no Brasil, de 2014 para cá, a quadrilha faturou, segundo a Polícia Federal, mais de US$ 10 milhões.

Os criminosos providenciavam documentos falsos de viagem como passaportes, vistos e cartas de tripulantes marítimos. Com autorização da Justiça a polícia quebrou sigilos bancários e fiscal, fez interceptações telefônicas, de e-mail e bloqueou 42 contas bancárias. Segundo a Polícia Federal, o Brasil sempre foi rota de imigração ilegal, mas a operação mostra que esse tipo de crime aumentou e mudou.

“Eles utilizariam como método para a introdução desses estrangeiros no território nacional a legislação de refúgio, solicitações de refúgio que eram feitas por esses imigrantes que tinham por objetivo de ingressar no país e migrar posteriormente, com a ajuda desse grupo para os Estados Unidos”, diz o delegado da PF Marcelo Ivo de Carvalho.

Por Tião Maia, para o Contilnet.

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