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Alunos que foram rendidos em assalto dentro de escola, terão atendimento psicológico

A Secretaria de Educação do Estado (SEE) disponibilizou uma equipe de psicólogos para atender os alunos da escola Carlos Vasconcelos, em Rio Branco. Na quinta-feira (14), a instituição foi invadida por dois bandidos, que usaram alunos como escudo enquanto faziam um assalto armados com escopetas.

O vigilante foi rendido e teve a arma levada pela dupla. O material roubado da escola, incluindo alguns celulares de alunos, foi recuperado logo em seguida pela Polícia Militar. Mas, os dois suspeitos, que são menores de idade, não foram localizados.

Um vídeo mostra a ação dos assaltantes, que entram, usam um aluno como escudo e arrombam uma das portas da sala. Com isso, alguns jovens ficaram em estado de choque e precisaram ser atendidos pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).

Por isso, na manhã desta sexta-feira (15), durante entrevista ao Bom Dia Amazônia, José Rêgo, que é chefe do departamento de gestão da SEE, informou que os alunos devem ser atendidos por psicólogos para tratar o trauma.

“Já fizemos contato com a gestora da escola, conversamos e nós vamos dar todo o apoio. Temos os psicólogos da secretaria para esse atendimento e nós vamos estar à disposição dessas crianças durante todo o período que for necessário”, disse.

Mesmo que nesta sexta seja feriado, a escola teria aula para poder cumprir o calendários escolar. Porém, após o ocorrido, a direção achou melhor retomar as aulas somente na segunda-feira (18) até que “tudo voltasse ao normal”, segundo Rêgo.

Segurança

O chefe de departamento disse ainda que algumas escolas são monitoradas por câmeras e outras possuem vigilantes, além de contar com o patrulhamento escolar da Polícia Militar. Porém, destacou que a secretaria de educação usa a ferramenta do ensino para tentar conter a violência.

“A questão da segurança propriamente dita, nós temos nossas forças de segurança que é quem faz essas ações e nós fazemos educação, que é com educação que fazemos a diferença. Nós temos monitoramento nas escolas de mais vulnerabilidade. Se nós construirmos mais escolas, nós deixaremos de construir mais presídios no futuro e esse é o nosso objetivo. Esse processo de transformação através da educação é nosso objetivo”, destacou.

  • Com informações do Portal G1.
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