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Diante do risco de rebelião na Penal, MP abre investigação contra Iapen por causa do déficit de agentes

Por Redação Juruá em Tempo.4 de novembro de 20192 Minutos de Leitura
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O Ministério Público do Estado do Acre, por meio do Promotor de Justiça Tales Fonseca, em exercício na Promotoria Especializada de Tutela do Direito Difuso à Segurança Pública, instaurou inquérito civil,
com o fim de promover diligências investigatórias visando apurar a superlotação carcerária nos presídios da capital, a falta de estrutura e espaço físico, a insalubridade, bem como, os riscos à integridade física e psicológica dos detentos.

De acordo com o MPE, “a presença de facções no Estado e o fato de que os presos são alocados nos pavilhões de acordo com o grupo do qual fazem parte, demanda uma maior atenção quanto à logística
utilizada para manter a separação, evitando conflitos entre os mesmos”.

O MPE afirma ainda que “é público e notório o efetivo reduzido dos agentes penitenciários que trabalham no complexo penitenciário, resultando em risco de danos graves e irreparáveis ao sistema prisional e à segurança pública”.

O promotor alerta ainda sobre reclamações de familiares de presos que aguardam até 3 horas na fila durante visita por causa do baixo efetivo de agentes penitenciários, a não realização de exames em presos por causa do baixo número de agentes para realizar a escolta e o eminente risco de rebelião, conforme informações colhidas por ocasião das inspeções prisionais e atendimentos realizados por este Órgão Ministerial.

Diante disso, o MPE resolveu abrir investigação contra o Iapen e deu 10 dias para o diretor do órgão, Lucas Gomes, para apresentar relatório do número de agentes e explicações sobre os problema citados.

  • Com informações da Folha do Acre.
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