Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • Palmeiras termina 2025 com receita recorde de R$ 1,7 bilhão
  • Os três vírus que podem desencadear novas crises e que merecem atenção em 2026
  • Quem são os servidores investigados por vazamento de dados sigilosos de ministros
  • Quem ganha até R$ 5 mil vai precisar fazer a declaração do IR 2026? Entenda as regras
  • Prestianni e Benfica negam acusação de racismo contra Vini Jr.
  • Virginia Fonseca é vaiada duas vezes em desfile da Grande Rio; assista aos vídeos
  • Peru destitui presidente José Jerí: entenda a nova crise política
  • Inconformado com 2025, Salgueiro pede ‘julgamento justo’
  • Lula visita a Índia mirando em negociações sobre terras raras e IA
  • Banco Central decreta liquidação extrajudicial do Banco Pleno
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
quarta-feira, fevereiro 18
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»CONFIRA AQUI

Se PEC de Bolsonaro for aprovada, Acre pode entrar em “situação de emergência fiscal”

Por Redação Juruá em Tempo.6 de novembro de 20192 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

Se aprovadas as regras do Plano Mais Brasil, pacote do governo federal para o saneamento das contas públicas, apresentado pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, ao Senado Federal, o Acre e mais 11 estados do Brasil devem ficar em “situação de emergência fiscal”.

Essa Proposta de Emenda à Constituição (PEC) entregue nesta terça-feira (5) e dividida em dois blocos, prevê a redução de gastos obrigatórios, sugerindo, inclusive, a redução de 25% no salário e na jornada de servidores públicos, além de cancelamento de concursos públicos. O pacto engloba a União, estados e municípios.

Acre, Rio Grande do Norte, Paraíba, Maranhão, Piauí, Tocantins, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul são os afetados.

De acordo com Guedes, o principal problema nesses estados é a despesa com pessoal maior que 60% da receita corrente líquida.

Como faz parte de um pacote econômico enviado pelo governo ao Congresso nesta terça, a regra do “estado de emergência fiscal” ainda precisa ser analisada e aprovada pela Câmara e pelo Senado.

Entre os pontos que serão acionados para conter os gastos estão:

• redução de até 25% da jornada de trabalho com adequação dos vencimentos do servidor.
• União, estados e municípios não podem promover funcionários (com exceção de serviço exterior, judiciário, membros do MP, policiais, militares e que implique atribuição de função).
• União, estados e municípios também ficam impedidos de dar reajuste, criar cargo, reestruturar carreiras, fazer concurso ou criar verbas indenizatórias.
• será suspensa a criação de despesas obrigatórias e de benefícios tributários.

Caso ocorra a aprovação, o executivo municipal ou estadual deverá notificar o governo federal da situação fiscal.

  • Com informações da Contilnet.
Por:
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.