Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • Tribunal de Contas notifica ex-prefeito Vagner Sales em processo sobre gastos com combustível
  • TJ publica editais de convocação para estágio em Rio Branco e Cruzeiro do Sul; veja nomes
  • Acre registra mais de 4,6 mil ocorrências na rede elétrica causadas por raios em 2025
  • Homem é preso suspeito de homicídio em zona rural no interior do Acre
  • Homem que atacou ex com 16 facadas no Acre confessa crime e diz que foi por “ciúmes”
  • Foragido há quase 30 anos por homicídio contra mulher é preso pela Polícia Civil no Acre
  • Esposa de Eduardo Costa diz que deixou de trabalhar fora a pedido do cantor
  • William Bonner estreia no Globo Repórter com edição especial sobre Nova York
  • Trump anuncia nova taxa global de 10% após Suprema Corte derrubar tarifaço
  • Empresas comemoram vitória sobre tarifas de Trump e esperam reembolsos bilionários
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
sábado, fevereiro 21
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»Brasil

Risco de afundamento fará Maceió esvaziar 2,1 mil imóveis

Por Redação Juruá em Tempo.9 de dezembro de 2019
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

Uma área equivalente a 78 campos de futebol (78 hectares) terá de ser esvaziada em bairros afetados por rachaduras e afundamento desde fevereiro de 2018 em Maceió. É o que aponta um documento elaborado por agências do Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil. As fissuras, provocadas pela extração de sal-gema na região, vêm se agravando e causam apreensão entre os moradores.

O plano de remoção engloba os bairros do Pinheiro, Mutange e Bebedouro e mostra que quatro hospitais, três unidades de saúde, 12 escolas e uma subestação de energia que abastece 1/3 da capital alagoana estão dentro da área de risco – alguns equipamentos terão de ser realocados e outros, monitorados. Existe ainda risco de alagamento em alguns pontos porque há áreas passíveis de colapso na Lagoa Mundaú, que tem conexão com os bairros.

Uma área de 242 hectares é atingida pelo problema, que afeta mais de 40 mil pessoas, segundo o documento. E 2.114 imóveis terão de ser esvaziados. O cronograma de remoção não foi divulgado. O Ministério do Desenvolvimento Regional considera a situação um “desastre em andamento”. Procurada para detalhar as ações, a gestão municipal não se manifestou.

Fonte: Metrópoles.

Por:
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.