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Agricultor de 70 anos diz que foi agredido por policiais com socos na barriga e “mata-leão”

Por Redação Juruá em Tempo.29 de janeiro de 20202 Minutos de Leitura
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O idoso Manoel Messias da Silva, 70 anos, acusa policiais militares que compõe o Grupamento Especial de Fronteira (Gefron) de lhe agredir e atirar contra as rodas da sua caminhonete, no km 55 da Rodovia AC-90, a Estrada Transacreana, na zona rural de Rio Branco, na segunda-feira (27).

Segundo o idoso, ele estava saindo de sua propriedade rural quando visualizou um carro com o farol piscando e, como não havia giroflex de viatura ligado, logo pensou que se tratava de um assalto. No entanto, vários homens apontaram lanternas no rosto do idoso, que teve perca momentânea da visão e ainda chegou a sair da pista.

Após o susto, Manoel conseguiu retomar a direção e acelerou o veículo, foi quando sentiu que o carro começar a parar, pois o pneu havia sido alvejado por vários disparos de arma de fogo. Mais à frente o idoso avistou uma viatura da Polícia Militar e resolver parar por “se sentir seguro”.

Ainda segundo Manoel, após parar o carro, ele foi ameaçado com arma apontada para sua cabeça e foi obrigado a descer do seu veículo, momento este que foi imobilizado por um golpe mata-leão. Em seguida, o homem recebeu dois chutes na barriga, foi algemado e depois encaminhado à Delegacia de Flagrantes (Defla).

A reportagem procurou a Secretária de Segurança Pública e questionou sobre o caso. O coronel Souza Filho disse que as guarnições estavam realizando uma operação na região da Transacreana devidos os vários crimes ocorridos ao longo da estrada e que Manoel não havia obedecido a ordem de parada, e “tentou jogar o carro contra a guarnição”, fato este contestado pelo idoso.

Na Defla, o delegado pediu a perícia do carro e, após os trabalhos, o veículo foi liberado para a família levar para casa. Os familiares ainda prestaram queixa sobre o ocorrido e o caso será levado ao Ministério Público do Acre e para a Corregedoria da Polícia Militar.

O caso também será investigado pela Delegacia de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP).

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