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Por Redação Juruá em Tempo.24 de janeiro de 2020Updated:24 de janeiro de 20202 Minutos de Leitura
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A fuga de 26 detentos do presídio Francisco D’Oliveira Conde, em Rio Branco, na última segunda-feira, 20, acendeu o sinal de alerta em todo o Brasil. O caso segue repercutindo no cenário nacional. Esta semana o secretário de Segurança Pública do Distrito Federal, Anderson Gustavo Torres, enviou um documento ao ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, falando sobre a necessidade de se estudar a retirada de líderes faccionados do Presídio Federal de Brasília e questionando o silêncio do governo sobre as fugas no Acre e no Paraguai.

“O que se depreende de tudo que a imprensa tem divulgado (Plano de resgate no presídio, fuga de presos (PY e AC), presença do Exército na segurança do presídio) e da movimentação da estrutura já trazida para o DF por estes criminosos, é de que estamos próximos a um incidente que extrapola os muros da unidade prisional federal e tem a capacidade de expor a sério risco a vida, a tranquilidade e o patrimônio dos cidadãos que aqui residem”, destaca Anderson Gustavo.

Para o secretário, Brasília, a capital do País, não pode receber lideres faccionados como Marcos Camacho, o Marcola, condenado a mais de 300 anos de prisão. Marcola estava cumprindo pena no Presídio Federal de Porto Velho-RO, mas uma informação de que membros do Primeiro Comando da Capital (PCC) estavam arquitetando um plano para tirá-lo da cadeia, utilizando como rota de fuga a Bolívia, fez com que o governo brasileiro reforçasse a segurança no entorno do presídio e, por precaução, Marcola foi transferido em março de 2019 para o Presídio Federal de Brasília.

Diversos estudos indicam, inclusive o Atlas da Violência, ligado ao Fórum Brasileiro de Segurança Pública, que a transferência de presos do eixo Rio-São Paulo para o Norte e Nordeste e Centro Oeste do Brasil, ajudou na formação DE grupos criminosos nestes estados. A medida não é vista com bons olhos pelos pesquisadores do assunto. A preocupação do secretário de Segurança do Distrito Federal caminha neste sentido.

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