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Gladson se irrita com críticas ao novo fardamento e abre espaço para empresas de fora fornecerem uniformes

Por Redação Juruá em Tempo.13 de janeiro de 20202 Minutos de Leitura
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Logo após a divulgação da notícia de que o governo do Acre iria entregar gratuitamente os novos uniformes aos alunos da rede pública estadual, uma campanha com críticas negativas à aparência do novo fardamento começou a circular na web. Não se sabe quem iniciou, mas até uma petição online foi aberta em desfavor do modelo atual das fardas escolares.

O fato aborreceu o governador Gladson Cameli, que falou neste domingo, 12, da suspeita de que até mesmo algumas empresas que seriam contratadas para confeccionar as peças estariam no meio. Por isso, decidiu reverter o decreto que cria Programa de Compras Governamentais com Incentivo à Indústria Local. De acordo com Gladson, o motivo do descontentamento de algumas empresas com o novo uniforme seria a exigência de que o material usado para fazer as peças deveria ser de alta qualidade.

“Vou cancelar o decreto que permitia apenas empresas acreanas para fornecer novo fardamento escolar. Vou abrir, agora, para empresas e pessoas de todo o Brasil que queiram vir fornecer aqui”, afirmou em um vídeo transmitido ao vivo em seu perfil oficial no Facebook.

Cameli se disse bastante incomodado com o fato de algumas pessoas criticarem até mesmo as boas ações de sua gestão. “Parece que tem uma meia dúzia que nunca está satisfeita. Querem mudar o fardamento por que? Quero coisa boa, malha boa. Este aviso não é para os que estão trabalhando direito, é para uns e outros que estão criando “nove horas”, argumentou.

O decreto mencionado pelo governador dizia que as licitações e aquisições diretas na forma da Lei nº 8.666, de 21 de junho de 1993, deverão priorizar a aquisição de produtos fabricados por indústrias instaladas no Estado do Acre, sendo admissível a utilização de credenciamento, por meio de chamamento público, com respeito à isonomia e à publicidade, mediante a repartição isonômica de demanda das aquisições.

  • Por Taís Farias.
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