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Mulher registrada como homem no AC sonha em tirar a certidão de nascimento dos filhos

Por Redação Juruá em Tempo.22 de janeiro de 20202 Minutos de Leitura
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Um erro no registro civil da recepcionista Rosenilda Martins causou dor de cabeça para ela ao longo de 23 anos. Rosenilda foi registrada como sendo do sexo masculino, em Feijó, interior do Acre. A situação impediu, inclusive, a recepcionista de tirar a certidão de nascimento dos dois filhos pequenos.

Para arrumar o erro, Rosenilda entrou na Justiça e conseguiu, no último dia 16, que o sexo masculino fosse alterado para feminino. A decisão é da Vara Cível da Comarca de Feijó.

“É um alívio grande, só de saber que vou poder ter meus documentos e receber pelo menos o Bolsa Família que não tenho ainda. Vou tirar também a certidão dos meninos”, comemorou a recepcionista.

Filhos sem registro

Rosenilda contou que demorou a procurar a correção do erro porque morava em um seringal da cidade de Pauini, no Amazonas. Há três anos ela se mudou para Rio Branco e conseguiu, com ajuda de um irmão que mora em Feijó, ir até o interior resolver a situação.

“Sempre soube que estava errado, mas não tinha como ir em Feijó arrumar. O tempo foi passando e cada vez ficou mais difícil. Tenho um irmão que mora em Feijó e ele me ajudou. Consegui ir na cidade em agosto do ano passado e entrei na Justiça para trocar o sexo”, complementou.

Quando foi na cidade do interior, Rosenilda já tinha a filha de três anos e estava grávida do segundo filho. Mesmo assim, ela diz que foram exigidos exames para comprovar que ela tinha mesmo nascido mulher.

“Lá, tive outros problemas porque ninguém queria dar o laudo que o médico pediu. Mesmo eu grávida, com o ‘buchão’, o médico pediu um laudo para saber se realmente eu era do sexo feminino e ninguém queria dar”, afirmou.

Por causa do problema, Rosenilda não conseguiu tirar RG, CPF e nem a certidão de nascimento dos filhos. Com muita dificuldades, ela diz que ainda fez pré-natal quando estava grávida.

“Não registrei porque não consegui, ainda tentei, mas o médico falou que precisava ter um documento com foto para comprovar que ela era minha filha mesmo. Fiz pré-natal só com o registro, mas enfrentei problemas também. Quase todo mundo pedia um documento com fotos”, relembrou.

  • Com informações do Portal G1.
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