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Facções criminosas podem influenciar resultado das eleições no Acre e Justiça Eleitoral já monitora movimentações

Por Redação Juruá em Tempo.3 de fevereiro de 20203 Minutos de Leitura
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Semelhante ao poder das milícias no Rio de Janeiro e em outras partes do Sudeste do Brasil, as facções criminosas, que deixam um rastro de sangue nas ruas do Acre, com um saldo negativo de 47 mortes somente em janeiro deste ano, podem influenciar diretamente nas eleições municipais de outubro.

De olho nisso, a Justiça Eleitoral do Acre já trabalha estratégias para evitar que essa prática criminosa influencie o voto do eleitor. Não diferente de São Paulo e do Rio onde atuam, o modus operandi seria cercear o direito de fazer campanha em comunidades dominadas por essas organizações criminosas.

Para o juiz eleitoral, Giordane Dourado, que comanda uma das maiores zonas eleitorais no Estado, a 9ª Zona Eleitoral, que compreende Rio Branco e Bujari, a presença de facções criminosas deixa a Justiça Eleitoral em alerta.

Ao Notícias da Hora, o magistrado disse que “sim, temos essa preocupação” ao relatar as medidas já em andamento para evitar a influência do crime organizado no processo eleitoral. “E já estamos ponderando estratégia para mitigar o problema”, salientar.

Entre as medidas, ele cita que uma delas é aproximar as ações da Justiça do povo. “Aumentar a presença do Poder Judiciário na comunidade, de forma a conscientizar a população e integrá-la de modo sadio ao exercício da cidadania”. Ou seja, conscientizar o eleitor para que exerça o direito ao voto com consciência, sem a influência de terceiros.

Por outro lado, de modo mais duro e ofensivo ao crime, Dourado disse que há conversas estreitas com a Polícia Federal e a Polícia Militar do Acre, além de outros órgãos ligados à Segurança Pública no sentido de resguardar o direito de ir às urnas em outubro deste ano.

“Também estamos em reunião com as forças de segurança (PF, PM etc.) para definir estratégias de atuação”, disse o juiz eleitoral.

Milícias no Acre

Recentemente, o jornal Estado de São Paulo divulgou um mapa da atuação das milícias no Brasil. Disse que no Acre há a atuação de milícias que auxiliam fazendeiros no processo de grilagem de terras públicas. O fato remete à Operação Ojuara, que prendeu fazendeiros e funcionários do Ibama em maio de 2019 soba a acusação de lavagem de dinheiro, grilagem e desmatamento.

Conquistando espaço

Ao pontuar sobre as facções criminosas, a reportagem “Milícia nas Ruas” aponta que, diferente das milícias, as facções ainda estão em processo de inserção na política, mas já buscam esse espaço. A reportagem cita casos no Rio, Mato Grosso do Sul, Paraná e Rio Grande do Sul.

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