Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • BR-364: DNIT inicia nova fase de obras no trecho do aeroporto de Rio Branco
  • Nota Premiada Acreana divulga novos ganhadores de março com prêmios de até R$ 20 mil
  • GEFRON apreende cerca de 6 mil maços de cigarros contrabandeados em Capixaba
  • Cruzeiro do Sul realiza atendimento em tenda montada após inundação de Unidades de Saúde durante cheia do Rio Juruá
  • Influenciador que fingiu própria morte anuncia “cura da homossexualidade”
  • Homem é morto a tiros em ramal de Mâncio Lima
  • Dança criada por influenciador acreano vira trend e ganha o mundo com vídeos inspiração
  • Coronel Ulysses é eleito presidente da Subcomissão de Segurança Privada e Bombeiros Civis da Câmara dos Deputados
  • Ifac vai pagar auxílio emergencial a estudantes atingidos por enchentes no Juruá
  • MPF abre procedimento para acompanhar falta de merendeiros em escolas indígenas no Acre
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
quarta-feira, abril 8
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»CONFIRA AQUI

Mesmo com recomendação do MP e MPF para abrigo, venezuelanos continuam em prédio em ruínas no Acre

Por Redação Juruá em Tempo.27 de fevereiro de 20203 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

Quase dez dias se passaram e a situação de duas famílias de venezuelanos indígenas continua a mesma. Eles continuam morando em um prédio abandonado sem as mínimas condições de sobrevivência.

O grupo foi despejado da casa onde estavam porque falta de dinheiro para pagar o aluguel. Sem ter para onde ir, os imigrantes se organizam como podem. Os colchões ficam amontoados. Eles não têm lugar adequado para a comida e ficam pelo chão, onde as refeições também são feitas.

Uma equipe da Rede Amazônica Acre voltou ao local novamente e mostrou toda situação. Rachaduras, infiltrações e falta de segurança. É assim o local onde vivem as famílias.

A Prefeitura de Rio Branco relembrou que os trabalhos só retornam nesta quinta-feira (27), após o feriado de carnaval, mas que a responsabilidade pelos refugiados é do Estado. A reportagem não conseguiu contato com o governo.

“Temos medo, porque este é um prédio abandonado como estou falando. Queremos uma ajuda grande porque somos pessoas humanas que queremos viver, queremos viver melhor”, disse o refugiado Jesus Zapata.

No Acre, os venezuelanos buscam refúgio da crise que atingiu o país nos últimos anos. Com a entrada, é comum encontrá-los nos semáforos pedindo ajuda financeira para bancar as despesas pessoais.

Busca por ajuda

Zapata diz que representantes dos Ministérios Públicos do estado e da União já foram na casa para ver a situação. Eles foram informados de que não podem ficar no local devido aos riscos de desabamento.

O venezuelano acrescentou que o governo disse que vai procurar uma nova casa para que as famílias fiquem em segurança, mas não deu nenhum prazo para isso.

“Eles falaram que vão conseguir para nós uma moradia grande para que todos os indígenas venezuelanos possam morar juntos. Por que aqui estamos morando no prédio abandonado. Não queremos morar aqui”, diz.

O estado e a prefeitura de Rio Branco já receberam uma recomendação do MP-AC para construir um abrigo para os indígenas instalados no estado. O documento foi expedido pelos Ministérios Público estadual e federal, além das Defensorias Pública do Acre e federal. O prazo era de 15 dias.

No final de janeiro o governo acreano recebeu uma representante da União para debater as formas de ajuda e atendimentos aos refugiados.

O encontro ocorreu em Rio Branco com representantes do Ministério Público (MP-AC), Defensoria Pública, Secretaria de Estado de Assistência Social, dos Direitos Humanos e de Políticas para as Mulheres (SEASDHM) e outras instituições de Direitos Humanos do estado.

A Defensoria Pública da União (DPU) informou que, mesmo após a recomendação, nada foi feito. O órgão disse ainda que pediu à prefeitura da capital acreana que criasse um cronograma com as medidas a serem tomadas, mas não recebeu nenhuma resposta oficial. O mesmo ocorreu com o governo do estado.

Com isso, a DPU pensa em mover uma ação judicial para que os direitos dos imigrantes sejam respeitados. Mesmo com a promessa de ajuda as famílias continuam na mesma situação e sonham com uma vida melhor.

“Porque queremos uma melhoria para nós. Queremos melhorias porque somos pessoas humanas como estou falando. Queremos uma vida melhor, condições de vida melhor do que estamos vivendo aqui, concluiu o imigrante.

Com informações do Portal G1.

Por:
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.