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No Acre, cachorra morre após ser resgatada com ferimentos de faca e sinais de abuso sexual

Por Redação Juruá em Tempo.23 de fevereiro de 2020Updated:24 de fevereiro de 20202 Minutos de Leitura
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Uma cachorra foi encontrada com vários ferimentos de faca e agonizando na garagem de um hotel, no Centro de Rio Branco, na manhã deste sábado (22). A suspeita é de que a cadela também tenha sido abusada sexualmente. Mesmo com resgate e cuidados de uma veterinária, a cachorra morreu horas depois.

A empresária Mariana Marini, da ONG Resgata Animal, foi ao local após receber algumas ligações denunciando o caso.

“Verificamos que a situação dela era bem crítica, levamos para a clínica, mas ela não resistiu. Foi maus tratos, levou facadas e, possivelmente, foi abusada sexualmente. Uma pessoa que conhece meu marido estava no local, viu o animal nessa situação, e, sabendo que sou da ONG, entrou em contato”, confirmou.

Ferimentos

Mariana contou que o animal tinha umas oito perfurações de faca, sendo que uma delas atingiu uma veia do pescoço que sangrou bastante. Ela acredita que o animal era da raça vira-lata. Na clínica veterinária, foi constatado também que a cachorra tinha câncer.

“A situação era bem triste, estamos acostumados a pegar animais doentes na rua, atropelados, mas em um caso desse tão forte acaba abalando mesmo. Deveria ser mais velha, estava com câncer, mas o estado do animal não era tão ruim, embora estive com câncer. O que fez ela morrer foram os ferimentos”, lamentou.

A empresária acredita ainda que os maus tratos contra o animal foram praticados durante a madrugada deste sábado. Apesar da violência, Mariana revelou que não acionou a polícia por não saber quem maltratou a cachorra.

“É crime, e, por diversas vezes, entramos em contato com a polícia, mas não resolvem. Essa é a realidade que sempre acontece, só que ninguém presta atenção. Em Rio Branco tem três ONGs e temos casos assim quase que constantemente, fazemos denúncia anônima, boletim de ocorrência, mas não resolvem nada. Precisamos de um olhar da população em geral para isso, mas não existe”, disse.

Fonte: G1.

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