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Primo diz que jovem que morreu em obra não usava capacete nem cinto: “Empresa vai pagar por isso”

Por Redação Juruá em Tempo.13 de fevereiro de 20202 Minutos de Leitura
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Robson Rodrigues Andrade usou as redes sociais para lamentar a morte do primo, Eduardo Freitas Nascimento, de 21 anos, que morreu ao cair de um andaime enquanto trabalhava como ajudante de pedreiro em uma obra em Rio Branco, na quarta-feira (12).

O primo do jovem também usou o espaço para cobrar que a empresa contratante se responsabilize pelo acidente, pois, segundo Robson, seu primo não estava usando capacete e nem cinto conforme estabelece as diretrizes de segurança do trabalho.

“Na foto dá pra ver ele não está de capacete e nem de cinto, a empresa é obrigada a dar segurança ao trabalhador e a empresa vai pagar por isso. Apesar de não confortar a dor que sentimos, pode ter certeza”, escreveu Robson.

O primo da vítima ainda aproveitou para cobrar o Ministério do Trabalho quando a uma fiscalização à empresa responsável pela obra onde Eduardo faleceu.

“É injusto o Ministério do Trabalho não entrar com um recurso e não fechar essa empresa até ela não fazer a indenização à mãe. Essa empresa e irresponsável e no Acre espero que se movam por isso”, concluiu.

A empresa responsável pela obra explicou que Eduardo era um diarista e que, por isso, trabalha de forma autônoma, sendo contratado, particularmente, por um dos servidores. Isso acontece quando o pedreiro chama o ajudante e paga a diária diretamente a ele.

Mesmo assim, a empresa alega que o mestre de obras está acompanhando o caso desde o ocorrido e que pretende dar apoio à família. Sobre os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), a empresa garante que estavam disponíveis, mas que existe uma resistência para o uso.

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