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Com fronteira fechada, brasileiros arriscam a vida em travessia para deixar a Bolívia

Por Redação Juruá em Tempo.23 de março de 20202 Minutos de Leitura
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Uma cena inusitada foi registrada na manhã deste domingo, dia 22, de pessoas que estariam arriscando suas vidas em atravessar um igarapé que faz a divisa entre os países da Bolívia e do Brasil, através das cidades de Cobija e Epitaciolândia.

Segundo foi apurado até o momento, todos seriam brasileiros que estariam tentando voltar após dias no lado boliviano. Entre eles, estariam acadêmicos de medicina que estavam pagando o internado, mesmo no período de quarentena conforme o Decreto publicado pelo governo.

Conforme foi denunciado nesta sábado, muitos acadêmicos teriam sido ‘convocados’ a voltar aos hospitais da Bolívia, mesmo após o governo suspender as aulas e por medo de perder notas e não terem seus diplomas, estavam pagando alimentação e estadia por conta própria naquele país até o dia 31 e, com risco de estender o prazo.

Para poder voltar ao lado brasileiro, foram surpreendidos ao saber que teriam de pagar uma taxa no serviço alfandegário, mesmo tendo um acordo entre os dois países. A taxa estaria valendo cerca de 600 bolivianos e como nem todos tem o valor cobrado, alguns teriam resolvido se arriscar a vida na travessia.

Lembrando que a Bolívia decretou toque de recolher e a quarentena nas últimas 24 horas, sendo proibido circular nas ruas, correndo os risco de ser detidos sumariamente. Para os que não tinham local para ficar, poderiam ser presos a qualquer momento.

No depoimento feito por pais de um dos que pagou a taxa e está em casa na fronteira, demonstrou revolta pelo que está acontecendo em relação aos brasileiros no lado boliviano. “Nossos filhos estão casa… É um alívio e agora vamos nos cuidar juntos”, desabafou.

O fato revoltou os brasileiros que moram no lado acreano de Brasileia e Epitaciolândia, que esperam uma medida pelo governo do Acre e Federal. “Nossas fronteiras são abertas para que nossos vizinhos possam comprar alimentos e outras necessidades, e nem por isso fazemos retaliações. Eles (brasileiros) buscam um sonho que não podem realizar no Brasil e se submetem a esses tipos de constrangimentos. Estamos vivendo uma pandemia e estão cobrando taxas para poder voltar pra casa. Um absurdo!”, desabafou um dos pais.

O Alto Acre

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