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Coronavírus: homem nos EUA morre após se automedicar com cloroquina

Por Redação Juruá em Tempo.24 de março de 20202 Minutos de Leitura
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Um homem na faixa dos 60 anos no estado do Arizona, nos Estados Unidos, morreu após usar sem orientação médica a substância cloroquina em uma aparente tentativa de se tratar da covid-19, doença respiratória causada pelo novo coronavírus.

A sua esposa, que também usou a cloroquina, segue sendo cuidada por profissionais no Hospital Banner Health, segundo informações da CNN. Ao que parece, o casal não usou a versão farmacêutica da substância, mas um aditivo comum usado para limpeza de aquários de peixes.

A cloroquina, em sua versão farmacêutica que é usada para o tratamento de malária, lúpus e atrite, ganhou as manchetes na última semana por ser uma possível alternativa para ajudar pacientes da covid-19. Algumas pesquisas iniciais apostam que o medicamento pode ser útil contra o novo coronavírus. Mas seu uso ainda precisa de testes e querer cuidados

O Hospital reforçou que a automedicação é perigosa e que remédios e produtos caseiros não devem ser usados para tratar ou prevenir esse novo vírus.

“Dada a incerteza em torno da covid-19, entendemos que as pessoas estão tentando encontrar novas maneiras de prevenir ou tratar esse vírus”, disse Daniel Brooks, diretor médico do Centro Banner Poison e Drug Information. “Mas a automedicação não é a maneira de fazer isso.”

Neste sábado, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, publicou em seu perfil no Twitter que a hidroxicloroquina e azitromicina, juntas, tinham uma chance real de ser uma das maiores mudanças na história da medicina.

Trump foi criticado por endossar os medicamentos como um tratamento real, mesmo sem que os devidos testes e aprovações tivessem sido feitos.

A cidade de Lagos, na Nigéria, registrou no domingo dois casos de intoxicação por cloroquina. Aqui no Brasil, várias farmácias observaram o esgotamento do medicamento após a divulgação de que ele poderia ajudar no tratamento da covid-19.

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) passou a enquadrar a cloroquina como medicamento de controle especial para evitar que a sua falta prejudique pacientes que já o utilizam para o tratamento de outras doenças.

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