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No Acre, MP acha jabutis em situação de maus-tratos dentro de órgão ambiental

Por Redação Juruá em Tempo.6 de março de 20203 Minutos de Leitura
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Animais silvestres instalados em um galpão quente, sem água e comida, documentos adulterados, madeira cedida sem autorização e diversas outras irregularidades. Esse foi o cenário que o Ministério Público do Acre (MP-AC) achou na sede do Instituto de Meio Ambiente do Acre (Imac), em Feijó, interior do Acre, nesta quinta-feira (5).

A fiscalização foi feita durante a Operação Safari, deflagrada nesta quinta no órgão. A ação ocorreu três dias após o governo do Acre decidir afastar o diretor do Imac em Feijó por crime ambiental.

Uma denúncia anônima revelou que o diretor afastado mantinha uma tartaruga amarrada a um cordão, com apenas um pouco de água, dentro do órgão.

Diante disso, a Promotoria Cível da cidade e o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) fizeram uma varredura no instituto em busca de mais irregularidades. Foram apreendidos documentos, dois jabutis e aparelhos eletrônicos para a investigação.

“Achamos crimes como desde a destinação irregular de madeira apreendida, porque quando faz a apreensão da madeira tem que ser guardada lá, e essa madeira está sendo destinada para outros fins; observamos falsificação de documento público de imediato; crimes ambientais, sendo que achamos dois jabutis dentro do órgão que estavam isolados em um galpão quente, cheio de fezes por cima deles, sem água e alimentação”, relatou o promotor de Justiça Daisson Gomes Teles.

Madeira em troca de favor eleitoral

O promotor acrescentou que há indícios de que a madeira apreendida pelo Imac, que deveria estar armazenada no local, tenha sido cedida irregularmente em troca de favores eleitorais. Segundo Teles, foram achados vários termos que demonstram que a madeira foi doada sem a devida autorização.

“Demonstram que, aparentemente, está sendo doada até por fins eleitorais, mas isso vamos apurar ainda. Doava a madeira e, por trás, a pessoa podia votar nele, ou as pessoas que possam se beneficiar com isso. Isso é nossa linha de raciocínio, não quer dizer que é isso”, ressaltou.

As suspeitas são baseadas também na falta de processos administrativos, que são abertos quando há doação de madeira para alguma instituição de ensino, presídios, hospitais e outros.

“Se for comprovado a questão do desvio da madeira também vai entrar o crime de peculato e, com certeza, tem fortes indícios de improbidade administrativa. Tem farta documentação que aponta para esses eventuais crimes e ação de improbidade administrativa”, frisou.

Sobre os animais, Teles falou que foi feito contato com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), em Rio Branco, que prometeu encaminhar uma equipe para buscar os animais.

“O próximo passo é a gente avaliar todo o material que recolhemos, dentro da análise, apurar os responsáveis, eventuais irregularidades, que, com certeza, vão haver, responsabilizar os culpados e, seja na esfera criminal ou administrativa, mas responsabilizar sobretudo com a improbidade administrativa,” finalizou.

  • G1.
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