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Adolescente é agredido por policiais e obrigado a ficar de joelhos durante abordagem no Acre

Por Redação Juruá em Tempo.3 de abril de 2020Updated:3 de abril de 20203 Minutos de Leitura
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Um vídeo de câmeras de segurança enviado ao G1 mostra quatro policiais militares durante uma abordagem a um jovem de 17 anos, na Rua Amor, no Bairro Rui Lino 2, em Rio Branco. O rapaz está cercado pelos policiais, sendo que um deles dá vários tapas em seu rosto e ainda manda ele se ajoelhar.

Os moradores contaram que, por ser uma área periférica da capital, as abordagens truculentas não são raras.

A Polícia Militar do Acre informou que vai apurar a situação e tentar identificar os policiais que aparecem nas imagens. Ainda segundo a PM, caso seja comprovada alguma irregularidade, os militares serão responsabilizados, tanto na esfera administrativa, quanto na penal.

Nas imagens, gravadas na noite desta quinta-feira (2) por volta das 23h40, a viatura policial se aproxima do rapaz e logo os quatro policiais descem do veículo.

Eles fazem a revista e depois ficam conversando por um tempo. O vídeo completo tem duração de mais de 10 minutos. É possível ver o jovem levantando a blusa por várias vezes como se estivesse mostrando que não escondia nada. (Assista o vídeo baixo)

Até que em determinado momento, um dos policiais inicia as agressões. Ele dá um puxão de cabelo, seguido de quatro tapas.

O rapaz que aparece sendo agredido no vídeo é tatuador e tem 17 anos. Ele conversou com o G1 e disse que prefere não ter o nome revelado por medo. Assustado, o jovem relatou que estava indo para casa com um colega quando foi abordado.

“Eu estava na casa de um amigo jogando e saí de lá e fui em outro colega. Quando estava voltando com um outro menino, a polícia estava passando e já abordou. Quando pegaram meu celular, viram a foto de uma arma que recebi de um grupo de notícia e ficaram perguntando onde estava a arma. Eu disse que não tinha e começaram a me bater e me colocaram de joelho”, lembrou.

A vítima disse ainda que um dos tapas chegou a cortar sua cabeça e o sangue escorreu pelo rosto. Em seguida, os policiais pediram para ir na casa dele, onde mora sozinho, para procurar pela suposta arma.

“Era bem perto da minha casa, ainda foram lá, olharam tudo e, como não acharam, foram embora. Enquanto um me bateu, o outro ainda ficou ameaçando de dar uns tiros em mim. É chato uma situação dessa, o cara estar apanhando sem nenhum motivo, eu ainda mostrei para ele que eu tenho minha profissão e ele falou que eu fazia tatuagem nos malandros e que eu era bandido”, contou.

O dono da casa onde as câmeras de segurança flagraram a ação, que também prefere não se identificar, disse que essa não é a primeira vez que esse tipo de situação acontece na região. Segundo ele, são recorrentes as abordagens truculentas por parte dos PMs.

“Um absurdo, uma falta de respeito com o ser humano. Já aconteceu inclusive comigo. Eu estava conversando com meus vizinhos também e chegou uma viatura abordando a gente, maltratando com palavras e a gente não pode nem olhar para eles. Um ainda deu um murro nos meus testículos, mas não chegou a atingir por conta da calça que eu estava. Os policiais chegam, não procuram saber quem é quem”, relatou o morador.

Fonte: Portal G1.

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