Após matéria veiculada em jornal da capital, o comandante da Polícia Militar, coronel Ulysses Araújo, emitiu uma nota negando qualquer intenção de ser candidato nas eleições deste ano ou de 2022.
Segundo o coronel, todos os esforços estão direcionados ao combate do coronavírus no estado. “Não disponho de tempo para me a ter a questões políticas, uma vez que não é momento de se falar em política, muito menos de se fazer política. O momento é de se arregaçar as mangas e trabalhar em prol da segurança da nossa sociedade e contribuir na futura recuperação do nosso Estado”.
E destaca: “Quero deixar bem claro que por motivo de foro íntimo e cunho pessoal não tenho interesse em ser candidato a nenhum cargo político, nem agora, nem no pleito de 2022. Ou seja, não serei concorrente do Governador, pois entendo que o candidato natural ao Governo é o atual Governador Gladson Cameli, que hoje se agigantou e amadureceu politicamente ao ter chamado para si a responsabilidade de líder e gestor público nesse momento difícil em que o Estado se encontra, demonstrando prudência, competência e eficiência nas ações de governo”.
O coronel também deixou claro que a escolha do comandante da Polícia Militar é do governador e que caso seja da vontade de Cameli, ele deixaria o cargo. Mas reafirmou que não abandonará o comando da PM por cunhos políticos.
“Afirmo meu compromisso e lealdade com o povo acreano no cumprimento da minha missão policial, com a minha tropa na condução da Polícia Militar e com o Governo Gladson Cameli que tem depositado em nós a confiança à frente da Polícia Militar do Acre”.
Leia a nota:
NOTA DO CORONEL ULYSSSES AOS POLICIAIS MILITARES E A SOCIEDADE ACREANA.
Em relação a matéria divulgada no AC 24 HORAS que fala sobre minha possível saída do Comando da Polícia Militar e consequente candidatura a cargo político, venho a público esclarecer o seguinte:
1. O momento em que passa o nosso Estado em relação ao combate à criminalidade, bem como as ações de combate ao Covid-19, tem consumido todo o meu tempo, esforço e dedicação exclusiva à atividade policial. Nesse sentido não disponho de tempo para me a ter a questões políticas, uma vez que não é momento de se falar em política, muito menos de se fazer política. O momento é de se arregaçar as mangas e trabalhar em prol da segurança da nossa sociedade e contribuir na futura recuperação do nosso Estado.
2. Quero deixar bem claro que por motivo de foro íntimo e cunho pessoal não tenho interesse em ser candidato a nenhum cargo político, nem agora, nem no pleito de 2022. Ou seja, não serei concorrente do Governador, pois entendo que o candidato natural ao Governo é o atual Governador Gladson Cameli, que hoje se agigantou e amadureceu politicamente ao ter chamado para si a responsabilidade de líder e gestor público nesse momento difícil em que o Estado se encontra , demonstrando prudência, competência e eficiência nas ações de governo.
3. Por último, saliento que a função de Comandante-Geral da PM é de livre escolha do Governador Gladson Cameli, todavia pra mim é o cumprimento de uma missão que não irei abandonar em troca de política, a não ser que o próprio Governador venha solicitar o cargo para colocar à disposição de outro Coronel, momento este que entenderei que a minha missão foi cumprida, uma vez que já possuo 30 anos de carreira militar e portanto tempo suficiente para acessar a reserva remunerada.
Finalizo afirmando meu compromisso e lealdade com o povo acreano no cumprimento da minha missão policial, com a minha tropa na condução da Polícia Militar e com o Governo Gladson Cameli que tem depositado em nós a confiança à frente da Polícia Militar do Acre.

