Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • Prefeitura de Cruzeiro do Sul inaugura sede da Regional Educacional Santa Luzia/Campinas
  • Chuvas intensas fazem igarapés transbordarem na região do Rio Liberdade, em Cruzeiro do Sul
  • Acreano volta da guerra na Ucrânia e faz surpresa emocionante para mãe em Rodrigues Alves
  • Emenda de Coronel Ulysses garante nova van para reforçar atuação do IAPEN em Tarauacá
  • Impressionante: pescaria no Guajará (AM) enche canoa de pacus
  • Nível do Rio Juruá aumenta em Marechal Thaumaturgo após fortes chuvas
  • Falsa médica é presa após atender idosos com carimbo fraudado
  • Rio Acre sobe mais de 90 centímetros em menos de 24 horas
  • Ossada humana é encontrada na BR-364 e levada ao IML de Cruzeiro do Sul
  • Polícia Civil cria núcleo para atuar em tempo real contra o crime no Acre
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
sábado, abril 25
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»Mais Notícias

Policial penal que matou mulher com tiro na cabeça tem pedido de liberdade negado pela Justiça

Por Redação Juruá em Tempo.7 de maio de 2020Updated:7 de maio de 20203 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

A Justiça do Acre negou um pedido de liberdade feito pela defesa do policial penal Quenisson Silva de Souza, preso por matar a companheira, Erlane Cristina de Matos, de 35 anos, com um tiro na cabeça em março deste ano.

O casal brigou depois de chegar da casa de um amigo. O sobrinho de Erlane, de 13 anos, que estava passando uma temporada com o casal, ouviu a briga e é testemunha no processo.

O acusado foi denunciado pelo Ministério Público do Acre (MP-AC) à Justiça pelo crime de feminicídio. O pedido de soltura de Silva foi negado pela 1ª Vara do Tribunal do Júri da Comarca de Rio Branco.

Ao G1, o advogado do policial, Maxsuel Maia, disse que vai entrar com um novo pedido de soltura para o cliente na próxima semana na Câmara Criminal. Segundo ele, o cliente atende os requisitos necessários para aguardar a conclusão do processo em liberdade.

“Tivemos um pedido negado e estamos subindo um novo pedido para a Câmara Criminal. Os requisitos que ensejam a prisão preventiva, que é na qual está, são claros que estão no Código Penal e entendemos que ele não preenchem nenhum deles. Não representa risco para ordem pública, nem a instrução penal, não corre o risco de fugir, é servidor público há mais de dez anos e tem residência fixa”, argumentou.

O policial está preso no Complexo Prisional Francisco d’Oliveira Conde (FOC), em Rio Branco, desde o dia do crime. Ele chegou a ser internado no Hospital de Saúde Mental (Hosmac), mas a Justiça determinou que ele voltasse ao presídio.

Decisão

Outro argumento levantado pela defesa de Silva para a soltura foi a pandemia de Covid-19. O Acre já registrou uma morte de preso dentro de uma unidade prisional e tem mais de 40 em monitoramento com sintomas da doença.

Porém, na decisão, a juíza Luana Campos frisou que o Instituto de Administração Penitenciária do Acre (Iapen-AC) tem tomado todas as medidas para evitar a proliferação do novo coronavírus nas unidades.

“Desta forma, convicta de que o processo está tramitando em prazo razoável, que não há elementos novos suficientes para afastar a necessidade da medida cautelar, bem como não verifico qualquer ilegalidade na prisão cautelar, indefiro a pretensão da revogação da prisão preventiva de Quenisson Silva de Souza”, pontuou a magistrada.

Crime

O policial penal Quenison Silva de Souza foi preso e indiciado por feminicídio por matar a companheira, Erlane Cristina de Matos, de 35 anos, com um tiro na cabeça. O crime ocorreu na noite de 11 de março na casa do casal no bairro Estação Experimental, na capital acreana.

À polícia, Souza afirmou que o tiro foi acidental. Dois dias após o crime, ele deu entrada no Hosmac. Em ofício destinado à Justiça, o Iapen justificava a internação do policial apenas por “necessidades psicológicas”, sem detalhar. Mas, a Justiça determinou que ele fosse recolhido novamente no presídio.

O G1 teve acesso a um relatório psicossocial feito por uma psicóloga do Tribunal de Justiça, que aponta que:

“Seus sentimentos são de intensa dor e arrependimento no que diz respeito ao ocorrido. Se sente culpado e em extrema vergonha perante sua família e seus amigos. Não consegue aceitar que uma tragédia como essa teve sua pessoa como responsável, pois sempre foi muito responsável com sua arma e com suas obrigações de esposa e pai de família.”

Fonte: G1 Acre.

Por:
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.