Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • Jovem desaparece após nadar em rio no Acre e mobiliza buscas dos bombeiros
  • Bombeiros do Acre são acionados para combater incêndio em cidade boliviana na fronteira
  • Acre segue em alerta para temporal com chuva intensa e ventos de até 60 km/h
  • Incêndio atinge galpão do polo moveleiro de Cruzeiro do Sul
  • Jovem morre em hospital após ataque a tiros dentro de casa no interior do Acre
  • Acidente entre motos aquáticas deixa jovem gravemente ferida em Rio Branco
  • Jovem fica ferido após queda de motocicleta
  • Colisão entre motos em rodovia no Acre deixa casal ferido; um dos condutores foge do local
  • “Parece um milagre”: chegada de ressonância emociona famílias em Brasileia
  • Em Rio Branco, população em situação de rua triplica em seis anos
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
domingo, maio 3
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»Mais Notícias

‘Era cheio de vida’, diz filha de barbeiro que morreu vítima de Covid-19 em Rio Branco

Por Redação Juruá em Tempo.27 de junho de 20204 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

A família do barbeiro Francisco Nogueira da Cruz, de 82 anos, que morreu de Covid-19, em Rio Branco, na última quinta-feira (25), ainda procura uma direção para seguir em frente. Os familiares buscam na união a força para superar o momento de dor. Na lembrança, ficam as imagens de um homem alegre que foi mais uma vítima da doença no Acre.

“Ele sempre via o lado positivo, ficava sempre feliz e não gostava de choro. Agora está difícil até na hora do choro, porque a gente lembra que ele não gostava. Sempre dava força, era brincalhão, sempre tinha uma história engraçada para contar”, lembra uma das filhas dele, Cliva Cruz.

Conhecido na cidade, o barbeiro fez muitos amigos durante os anos de trabalho na barbearia que tinha no Centro da capital acreana. Pelo trabalho que fazia era conhecido como Chico Barbeiro. Ele também era aposentado da Polícia Federal.

O barbeiro tinha uma cardiopatia e fazia acompanhamento médico, segundo informou a família. Ele começou a sentir os sintomas da doença no dia 6 de junho. Um semana depois, foi internado e ficou 24 horas na Unimed, dia 14 foi levado ao Hospital Santa Juliana e 11 dias e morreu por complicações da doença.

“No dia 17 de junho ele foi para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e a gente tinha a esperança de que ele não fosse entubado, mas ele foi no mesmo dia e a gente tinha a consciência que paciente entubado é bem mais difícil a recuperação”, contou a outra filha Filomena Cruz.

A família informou que o idoso estava se recuperando bem da doença e que a morte foi devido a complicações da doença que deixou o pulmão debilitado. Mas, no atestado de óbito, eles informaram que a causa da doença foi Covid-19 e a Secretaria de Saúde (Sesacre) afirmou que o óbito deve ser divulgado no boletim deste sábado (27).

“Depois de muitas batalhas, na véspera da morte dele, o médico mandou um áudio para a gente falando que ele estava bem melhor e que os índices de infecção no sangue já tinham reduzido. Só que aconteceu a infecção hospitalar. O pulmão dele estava muito debilitado e ele não conseguiu superar a infecção”, contou Filomena.

Filha diz que barbeiro Francisco Nogueira da Cruz era cheio de vida e lamenta a morte do pai — Foto: Arquivo pessoal

Filha diz que barbeiro Francisco Nogueira da Cruz era cheio de vida e lamenta a morte do pai — Foto: Arquivo pessoal

Chico Barbeiro

Um dos traços mais marcantes do barbeiro para a família era o cuidado. Cuidar do outro sempre fez parte da vida dele. Desde muito novo, ajudou a mãe a criar os irmãos. E era assim com os amigos e familiares. Mesmo aos 82 anos trabalhou até o início da pandemia, quando fechou a barbearia.

“Meu pai sofreu nessa pandemia por não poder abraçar, porque ele fazia questão de pegar na mão dos amigos e abraçar. Meu pai se orgulhava porque tinha muitos conhecidos que contam que quando criança ele foi o primeiro a cortar o cabelo. E essas pessoas, várias fizeram amizade com ele e levaram seus filhos para cortar o cabelo com ele”, contou Filomena.

“A gente está se segurando sabe porque nossa mãe precisa de apoio, ela também teve Covid, mas já se recuperou. São 55 anos de casamento e minha mãe era dona de casa e vivia em função do meu pai. A gente está se concentrando para ficar perto”, relembrou Cliva.

Chico Barbeiro é como era conhecido na cidade. Mas, ele foi bem mais que barbeiro, era filho mais velho de nove irmãos. Pai de seis filhos (Filomena, Cliva, Francimira, Kadu, Francisco Carlos, Cleide) avô de nove netos.

Natural de Boca do Acre, no Amazonas, ele se mudou para o Acre ainda pequeno, e há 55 anos morava em Rio Branco, onde constituiu família e fez muitos amigos. A morte dele foi um choque para a família já que todos estavam confiantes que ele venceria a doença.

G1

Além disso, ele gostava de dançar, jogar dama e dominó, apreciava ver novelas. Agora, a família busca uma razão para continuar e tentar forças para amparar a mãe de 78 anos que ficou viúva.

Por:
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.