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Policial penal comete suicídio dentro de casa em Tarauacá; caso comove a cidade

O policial penal Charles Alves Damasceno (41 anos), que atuava no presídio estadual Moacir Prado, de Tarauacá, cometeu suicídio na noite desta quarta-feira (10). Ele estava em sua residência e usou sua pistola para disparar um tiro contra a própria cabeça.

Em nota, o presidente do Instituto de Administração Penitenciária do Estado do Acre, Arlenilson Cunha, disse que o Iapen “perde um bravo guerreiro, cumpridor das normas internas e que sempre se empenhou com garra, ânimo e dedicação, motivando seus pares no trabalho por um sistema eficiente, capaz de garantir a segurança ao longo da execução das penas impostas aos detentos e promover a ressocialização destes”.

Charles era ocupante do cargo de policial penal desde 2011. Ele deixa a esposa e três filhos.

Agentes da Polícia Civil se dirigiram até a residência onde houve a ocorrência para apurar os fatos.

Esse é o segundo caso de suicídio entre policiais penais em pouco mais de um ano. Em março do ano passado, um agente que cumpria serviço no Francisco D’Oliveira Conde cometeu suicídio na Guarita do Pavilhão Alfa da unidade em Rio Branco.

Marcelo Gomes era o nome do policial penal. Ele enfrentava problemas de depressão e alcoolismo, mas mesmo assim vinha atuando na guarda. A direção do Iapen à época disse que ele recebia acompanhamento com psicólogo da instituição.

NOTA DE PESAR

O presidente do Instituto de Administração Penitenciária do Estado do Acre informa, com pesar, o falecimento de Antonio Chales Alves Damasceno, 41 anos, na noite desta quarta-feira, 10, no município de Tarauacá.

Antonio Chales era servidor efetivo do Iapen, ocupante do cargo de policial penal, desde 2011 e exercia suas atribuições na Unidade Penitenciária Moacir Prado, em Tarauacá.

O Iapen perde um bravo guerreiro, cumpridor das normas internas e que sempre se empenhou com garra, ânimo e dedicação, motivando seus pares no trabalho por um sistema eficiente, capaz de garantir a segurança ao longo da execução das penas impostas aos detentos e promover a ressocialização destes.

Como instituição, amigos de trabalho, colegas de equipe e demais servidores se unem em oração por todos os familiares, rogando a Deus para que, em sua infinita misericórdia, dê o conforto necessários, e que encontrem nele a força para esse momento de tristeza e dor.

“Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida. Aquele que crê em mim, ainda que esteja morto, viverá. E todo aquele que vive e crê em mim, jamais morrerá.” João 11:25-26.

Rio Branco – AC, 10 de junho de 2020.

Arlenilson Cunha
Presidente do Iapen/AC

Gilson Amorim, do Notícias da Hora.

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