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Pesquisadores da Ufac produzem embriões bovinos in vitro e fazem estudo inédito no Brasil

Por Redação Juruá em Tempo.23 de julho de 20203 Minutos de Leitura
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Pesquisadores do curso de medicina veterinária fizeram a primeira produção in vitro de embriões bovinos da Universidade Federal do Acre (Ufac). A criação faz parte de uma pesquisa que quer buscar uma melhor taxa de produção.

A produção foi feita após a Estação de Melhoramento e Difusão Genética Animal (Emdga), que era instalada na sede da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e estava parada, ser cedida à Ufac por meio de um convênio com o governo do Acre, em fevereiro deste ano.

Após alguns meses de instalação e testes, os pesquisadores conseguiram produzir 18 embriões bovinos. O pesquisador e professor da universidade, Rafael Satrapa diz que a técnica usada inicialmente para a produção já é feita em todo país, inclusive no Acre, mas que esta foi a primeira vez na Ufac.

“Existem vários laboratórios no Brasil, inclusive no Acre, mas, somente comercial. Laboratório para pesquisa e ensino, esse é o primeiro. Desde a cessão dos equipamentos, fizemos a montagem, calibragem e validação da técnica, já que estavam parados há praticamente dois anos. Então, de certa forma foi rápido, tanto que eu nem estava esperando que a gente pudesse produzir os embriões já nessa primeira rodada”, diz.

A produção in vitro é uma técnica reprodutiva que permite que o espermatozoide e o oócito interajam fora da fêmea, possibilitando o aumento do potencial genético do rebanho, a partir do cruzamento de animais de alto valor.

Outra vantagem dessa técnica é a produção de descendentes de animais que não estejam fisicamente no mesmo lugar ou até obter embriões de animais que morreram, mas deixaram material genético para reprodução.

Pesquisadores produzem primeiros embriões bovinos in vitro na Ufac — Foto: Arquivo pessoal

Pesquisa com antioxidante

O pesquisador explica ainda que esse primeiro trabalho de produção in vitro faz parte de uma pesquisa maior que deve começar a ser testada em agosto deste ano. Além de Satrapa, participam do estudo uma outra pesquisadora e quatro alunos.

A ideia é incluir antioxidante no cultivo de embriões e, assim, obter uma melhor taxa de produção. Os pesquisadores acreditam que até o final do ano já consigam obter resultados.

“É um produto que a gente vai testar, um antioxidante, que vai ser acrescentado no meio do cultivo dos embriões. O objetivo desse antioxidante é que produza embriões de melhor qualidade e que tenham uma chance maior de vingar durante a gestação e ao nascer. É uma pesquisa inédita, inclusive no Brasil. Já existem pesquisa quanto ao uso de antioxidantes, mas esse especificamente não”, afirma.

Além de servir para pesquisa e ensino, o laboratório deve prestar serviços aos produtores locais, em um segundo momento. O professor informou que essa, inclusive, é uma das condições para a assinatura do termo de cessão do uso dos equipamentos.

“Na verdade, o laboratório tem uma característica de ensino e pesquisa e, obrigatoriamente, no futuro próximo, de extensão também. Uma das condições para a assinatura desse termo é que, quando ele estiver ativo, a gente deve prestar esse serviço para a comunidade, ou seja, para os produtores do nosso estado”, destaca o pesquisador.

Fonte: G1 Acre.

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