A situação do Progressista Tião Bocalom não é muito confortável. Seu então aliado, senador Sérgio Petecão, do PSD, se reuniu nesta segunda-feira, 7, com o vice-governador Wherles Rocha (PSL) e com o presidente estadual do PSDB, Manoel Pedro, com quem tratou sobre as eleições 2020 e a possibilidade de alianças políticas.
Segundo Petecão, a aliança no primeiro turno com Bocalom segue firme, mas não descarta um apoio a Minoru Kinpara num possível 2° turno, na capital. Entretanto, segundo Rocha, irá trabalhar para que essa união ocorra ainda no 1º turno.
“Recebi o senador e o encontro foi proveitoso. Ele falou de sua palavra empenhada e nós respeitamos, mas isso não impede de discutirmos o futuro. Por mim, eu trabalho para união ocorrer ainda no primeiro turno”, afirmou Rocha.
Segundo o senador, ele mesmo irá mediar uma conversa com o MDB. “Me deram uma missão para que eu me reúna com Flaviano Melo para tratar de conjecturas de aliança, para tratar do que pode e o que não pode. Política de adulto, de olho no olho, frente a frente, sem recados. Eles têm interesse em Cruzeiro, nós temos interesses em outros municípios. Se você juntar MDB, PSDB, PSDB, podemos abranger mais de 70% do Estado”,observa.
Quanto ao fato de Gladson Cameli não apoiar a candidatura de Bocalom, disse que o governador ele tem o direito de escolher seu candidato. “Mas nós também temos o direito de buscar possíveis alianças. Se o governador faz isso, de não apoiar a candidatura do partido dele, abre brecha para o Progressista tomar algumas decisões”.

