Rio Branco, Acre, 24 de setembro de 2020

Grupo tenta arrecadar dinheiro para reformar espaço Cultural ‘Casinha’, inaugurado há cinco anos na capital

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Quase cinco anos depois da criação do espaço conhecido como Casinha Ocupação Cultural, que é ocupada por artistas de Rio Branco, o grupo trabalha agora para reformar o espaço e fazer a instalação de uma grade de proteção.

O projeto funciona no bairro Mascarenhas de Moraes e é conhecido por receber diversas expressões da arte, abrir espaço para novos artistas e promover eventos de cunho cultural. A reforma está sendo feita para quando puder reabrir e voltar a receber o público.

Para ajudar na nova empreitada, a Casinha lançou uma vakinha on-line para ajudar com os custos da reforma. O financiamento coletivo está aberto até o dia 24 de outubro.

“A gente até já começou a reforma para arcar com essas despesas. A vakinha nós lançamos no dia 1º de setembro e a ideia é a gente ficar até outubro, que é quando a Casinha comemora cinco anos, e vamos fazer um sarau virtual encerrando”, disse o coordenadora da Casinha, Lídia Sales.

Além da programação cultural, no local ainda são promovidas atividades ecológicas por meio de reciclagem do lixo e venda dos itens reutilizados que ajudam com as despesas da própria Casinha.

Entre as ações desenvolvidas pela Casinha está o incentivo ao uso alternativo de bicicletas, por meio do projeto ‘Bike Anjo’, que contribui para a diminuição da emissão de gás carbônico.

Os reparos feitos na Casinha envolvem desde encanamento, pintura e a instalação de uma grade, porque o espaço já foi arrombado algumas vezes. A meta da vakinha é arrecadar R$ 5 mil para cobrir os gastos com a reforma, que começou na segunda quinzena de agosto, informou a coordenadora.

“A Casinha vai estar toda pintadinha, toda bonita, toda pronta para quando puder abrir novamente para o público, a gente já está estruturado”, acrescentou.

As atividades que envolvem aglomeração de pessoas estão suspensas desde o mês de março, devido à pandemia de Covid-19. Na Casinha, mensalmente, antes da pandemia, o local recebia cerca de 400 pessoas.

“A casinha quando a gente ocupou o espaço estava abandonada há uns seis anos e fizemos a reforma por conta própria e nunca tivemos ajuda governamental”, acrescentou.

Fonte:G1Acre.

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