Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • “Páscoa é vida nova”, afirma bispo de Cruzeiro do Sul em mensagem aos fiéis
  • Publicado decreto que formaliza emergência em seis municípios atingidos por cheias no Acre
  • Jornalista Maria Cândida desmente resgate no Acre, esclarece estado de saúde e confirma agenda de palestras
  • Morador é resgatado de helicóptero após tiro acidental em área isolada no interior do Acre
  • Após ser dado como morto, influenciador acreano reaparece nas redes: “Jesus me tirou do fundo do poço”
  • Astério Moreira recusa convite para assumir Secretaria de Comunicação no governo de Mailza e explica decisão
  • Tempo instável marca o domingo no Acre, com previsão de chuvas fortes em várias regiões
  • No Acre, professor do Colégio Adventista condenado por estupro é denunciado novamente por abordar estudantes de forma inadequada
  • Acre reduz área plantada de soja em relação a 2025
  • Com 14 feminicídios em 2025, Acre cria Dia de Combate à violência contra mulheres
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
domingo, abril 5
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»Brasil

Amazônia encolheu 269,8 mil km² de 2000 a 2018, segundo estudo do IBGE

Por Redação Juruá em Tempo.27 de setembro de 2020Updated:28 de setembro de 20202 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

Dados das Contas de Ecossistemas: o Uso da Terra nos Biomas Brasileiros (2000-2018), que o IBGE divulgou nesta última semana, indicam que os biomas brasileiros perderam cerca de 500 mil km² de sua cobertura natural, passando de 5,9 milhões de km², em 2000, para 5,4 milhões de km² em 2018.

A maior redução de área nativa aconteceu na Amazônia, que encolheu 269,8 mil km², e no Cerrado, com menos 152,7 mil km² de cobertura natural. Somadas, as perdas dos dois biomas representam 86,2% do total. Já a redução mais intensa de cobertura natural em termos percentuais foi no Pampa, de -16,8%.

O estudo é mais uma etapa do projeto de incluir os indicadores ambientais do país nas Contas Nacionais. Realizado com base em imagens de satélite e pesquisas de campo, o trabalho apresenta o grau de preservação dos ecossistemas e analisa as áreas naturais remanescentes a partir das conversões do uso da terra em atividades como agricultura, pastagem e silvicultura.

Bioma com mais perdas, a Amazônia tinha, em 2000, a cobertura florestal em 81,9% de sua área total, passando a 75,7% em 2018. A vegetação florestal foi substituída, principalmente, por áreas de pastagem com manejo – isto é, áreas de gramíneas com aplicação de técnicas específicas – que passaram de 248,8 mil km², em 2000, para 426,4 mil km² em 2018.

O estudo também mostra que há um gradual crescimento da área agrícola na região, passando de 17 mil km² em 2000 para 66,3 mil km² em 2018, como explica a gerente de Contas e Estatísticas Ambientais do IBGE, Maria Luísa Pimenta.

“As mudanças na Amazônia indicam um padrão do chamado ‘arco de povoamento’, inicialmente marcante nas bordas do bioma, em áreas de contato com o Cerrado, mas que, no retrato atual, também apresenta uma interiorização considerável, ao seguir construções de estradas, margens de rios e adjacências de obras de infraestrutura”.

O retrato completo da cobertura natural dos biomas do país está em publicação da Agência de Notícias do IBGE.

Por:
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.