Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • Mercado sobe projeção para inflação no ano pela 4ª semana seguida; veja números do Focus
  • Nova lei obriga empresas a informar sobre campanhas de vacinação e garante folga para exames
  • Artemis II entra na influência gravitacional da Lua e deve quebrar recorde espacial
  • Guarda Revolucionária do Irã confirma morte de chefe de Inteligência
  • Irã lança novos ataques e adverte sobre represálias ‘devastadoras’
  • Mais Médicos abre mais de 1,5 mil vagas e inclui oportunidades em municípios do Acre
  • Mãe e padrasto torturam bebê e colocam a culpa no cachorro
  • Mulher é agredida e ameaçada de morte após mexer no celular do marido em Rodrigues Alves
  • Durigan assume Fazenda sob pressão fiscal e herda desafios de Haddad
  • Em Cruzeiro do Sul, jovem é apreendido após manobras arriscadas em motocicleta
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
segunda-feira, abril 6
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»Brasil

Em Rondônia, PF faz operação contra exploração ilegal de diamantes em terra indígena

Por Redação Juruá em Tempo.24 de setembro de 20202 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira (24) a Operação Crassa contra exploração ilegal de diamantes na Terra Indígena Cinta Larga e na Reserva Roosevelt em Rondônia. No total são cumpridos 53 mandados de busca e apreensão em Espigão D’Oeste (RO), cidade vizinha das terras indígenas, São Paulo (SP), outros cinco estados e Distrito Federal.

As pedras preciosas, segundo a PF, são retiradas ilegalmente e passam por avaliação de intermediário até serem vendidas em joalherias — principalmente em São Paulo e no exterior, em países como França, Itália e Suíça.

O esquema, segundo a investigação que começou em 2018, movimenta cerca de US$ 20 milhões por mês.

Diamante apreendido durante investigações da Polícia Federal em Terra Indígena de Rondônia  — Foto: PF/Divulgação

Os diamantes da reserva estão entre os considerados como mais valiosos do mundo. Entre os alvos da operação estão lideranças indígenas, garimpeiros, intermediários e empresários.

De acordo com a investigação da PF, esses líderes autorizavam a entrada de garimpeiros na reserva. Depois, um intermediador fazia a ponte com um comprador.

Investigações

Segundo a PF, o trabalho investigativo começou em 2018, com a prisão em flagrante de três pessoas em posse de diamantes. Eles haviam se deslocado de São Paulo a Rondônia para adquiri-las. Na ocasião, admitiram que os diamantes eram da Reserva Roosevelt.

Durante as apuração do esquema foram identificadas as participações de garimpeiros, lideranças indígenas, financiadores do garimpo, avaliadores, comerciantes e intermediadores que estabelecem a conexão entre os fornecedores e o mercado consumidor nacional e internacional.

Entre os crimes investigados estão organização criminosa, usurpação de bens da União e lavagem de dinheiro.

A assessoria da Polícia Federal em Rondônia explica que o termo “crassa” faz referência ao estado bruto dos diamantes, tendo sido identificado no início das investigações a sinalização “bruto” ao lado dos contatos relacionados aos garimpeiros e intermediários do comércio ilegal na agenda dos indivíduos presos em flagrante.

Local onde acontece extração ilegal de diamantes próximo a Espigão D'Oeste em Rondônia — Foto: PF/Divulgação

Por:
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.