O vice-presidente da república, general Hamilton Mourão, e o governador Gladson Cameli, concederam uma entrevista coletiva no início da tarde desta quarta-feira, 23, para falar das ações integradas do meio ambiente e os avanços do Escritório Técnico de Gestão do Cadastro Ambiental Rural (CAR) e do Programa de Regularização Ambiental (PRA) que é realizado dentro do Centro Integrado de Geoprocessamento e Monitoramento Ambiental (Cigma).
“Esta ação é exemplar e que deve e ser replicada em outros estados da Amazônia”, disse o general sobre o Cigma, criado para integrar informações e dados que direcionam as equipes de fiscalização.
Sobre os dados do Instituto Nacional de Pesquisa Espaciais (INPE), que vem tendo seus dados questionados pelo governo federal, Mourão, que também é presidente do Conselho Nacional da Amazônia Legal é direto: “Não existe discurso de má interpretação nos dados do INPE. O modelo do Acre pode ser seguido pelos outros. A gente não briga com esses dados. São dados brutos. Tem x dados desmatados, tem y pontos de calor. Agora os dados têm que ser qualificados”.
E destaca: “Tanto aqui no Cigma quanto no INPE, os nossos funcionários e pesquisadores trabalham analisando as imagens com olho humano. Nós precisamos ter ferramentas da tecnologia da informação de ter uma agilidade muito maior por meio de algoritmo que reconheça e nos dê maior agilidade de ação”.
Já o governador Gladson Cameli foi enfático ao responder sobre a influencia do Cigma na vida d pecuarista.
“Nós estamos tentando amenizar, tentando criar mecanismos para melhorar a vida das pessoas. O IMAC tá cumprindo o seu prazo, o que não dá é que para uns setores queiram politizar as coisas. O fato do vice está aqui pela segunda vez acompanhando de perto as queimadas e nós mostrando esse trabalho só enfatiza o nosso cuidado com o meio ambiente”.
