Rio Branco, Acre, 20 de outubro de 2020

Policial civil do Acre é suspeita de cometer mais de 10 furtos na casa de namorado no RJ

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Com informações do G1.
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Uma policial civil do Acre está sendo investigada por suspeita de cometer pelo menos 13 furtos na casa do namorado, em Niterói, no Rio de Janeiro. A portaria que determina a abertura do processo administrativo disciplinar foi publicada no Diário Oficial (DOE) desta sexta-feira (16).

A publicação informa que a servidora, que não teve o nome divulgado, conheceu uma pessoa por meio de um site de relacionamento no ano de 2013. E, no período de outubro daquele ano a janeiro de 2014, ela ficou na casa dele, no Rio de Janeiro, onde ela teria praticado vários furtos.

O procedimento administrativo foi instaurado pelo delegado geral de Polícia Civil, Josemar Portes, e deve ser conduzido pela Corregedoria. Além disso, a investigação no Acre ocorre após ofício da 4ª Vara Criminal da Comarca de Niterói que comunicava a investigação naquele estado contra a servidora que foi denunciada por furto qualificado.

O delegado geral Josemar Porte disse ao G1 que o procedimento está apenas na fase inicial e a servidora terá todo direito a ampla defesa e apresentar as provas cabíveis.

“O que posso dizer, enquanto chefe de polícia, é que todos os fatos de desvios, transgressões disciplinares, crimes, ou seja, todo desvio de conduta praticado por servidor policial civil e que chegue ao nosso conhecimento, claro, eles são apurados, com isenção, com responsabilidade. Mas, dentro da legalidade e essa situação não foi diferente”, disse.

Portes disse ainda que a servidora continua no cargo, enquanto ocorre o procedimento, e que um possível afastamento só deve ocorrer caso a corregedoria entenda que é necessário.

“A portaria é para ordenar a instauração do procedimento. Doutor Fabrizzio Sobreira é quem vai comandar esse processo e se, no bojo do processo, ele entender que não é recomendável que ela permaneça no serviço, a nossa própria lei orgânica prevê a possibilidade do afastamento. Mas, aí tem que ter uma provocação do corregedor que avalia dentro do contexto, ele provoca e a decisão é minha. Mas, esse afastamento não é automático”, concluiu.

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